terça-feira, 10 de novembro de 2009

Em algum lugar do passado

No sentido horário: Francisco Correia Jardim (de costa), Chagas Leite, Raimundo Mamede, José Olímpio da Paz e o lendário dentista, Dr. Altivo. Como o título sugere, uma pausa nas confabulações para um retrato nos anos 50, do século passado. O local poderia ter sido no restaurante Eldorado? Quem se habilitaria a fazer exercício de palpite sobre que tipo de elucubrações estariam rolando nessa interessante mesa desse reservado cenário, onde até a cerveja nega-se a identificar-se?

Foto gentilmente cedida pelo Dr. Washington Bezerra de Araújo.

19 comentários:

Antonio - De Cuiabá disse...

Quanto de história de Campo Maior não tem nessa foto e nas figuras de relevo nela inseridas... Ao lembrar do Eldorado, vem à memória restaurantes e bares que proliferavam nessa rua, que não lembro o nome e começava na praça em frente ao bangalô do dr Hilson Bona e terminava no cemitério. Na Rua Santo Antonio... Bar do Commércio (com dois "mm"?)... Zé Didor, Carne Assada (a melhor mão de vaca), Delfino (a melhor panelada, vulgo dobradinha para o lado de cá). A zona do baixo meretrício, em pleno centro da cidade, não era motivo de constrangimento e/ou de intolerância da sociedade, digamos assim, conservadora dos anos 60 e 70 (minha infância e adolescência). Que fim levou tudo isso?

João de Deus Netto disse...

É só o amigo tomar um banho bem frio que eu vou reprisar tudo isso, agora no final de ano. Retrospectiva 2009, uma odisseia daquele luxuriante espaço que foi... para o espaço.

Aloizio disse...

Fugindo um pouquinho do nosso ambiente. O que 90%todo o povo brasileiro quer saber agora é como um sistema tão seguro com o de Itaipu falha por causa de um relâmpago? Aí tem coisa seu Serra. E como vocês já mostraram que são capazes de tudo, eu prefiro ficar me lembrando de como era engraçado o nosso doutor Altivo. Eu chegava lá no consultório dele morrendo de medo, dois minutos depois de sentar na cadeira eu já estava relaxado mesmo ouvindo aquela zuadinha apavorante da broca. O ambiente só ficava carregado quando alguma vez a sua sem graça esposa aparecia na porta que ligava até a residência. A mulher era uma carranca em pessoa.
Fiquem de olho nos tucano, eles saõ pior do que o fernandinho Beira mar

zan disse...

A figurinha meio escondida lá atrás não é o Raimundo Mamede, é o José Quirino. O gordinho da esquerda é o comerciante José Prudêncio. Salvo melhor lembrança.

NEVILLE PAZ disse...

Zan, deixa de ser subversivo. Tu tá querendo complicar as coisas. O Velho Guerreiro Chacrinha já dizia: Eu vim para complicar e não para explicar. Com isso, eu quero apenas confirmar os nomes que identicam as pessoas da cinquentária fotografia.

zan disse...

Tá me estranhando, Neville, que é que eu que fiz de tão subversivo aí, rapá...

NEVILLE PAZ disse...

Zan, não precisa se assustar. Subversivo aí está no sentido de confusão. Aliás, o Velho Guerreiro Chacrinha já dizia: eu vim para confundir e não para explicar.

zan disse...

Tá bom, Neville, mas eu acertei nos caras da foto?

NEVILLE PAZ disse...

Claro que não acertou. Além dos imutáveis, Dr. Altivo, José Olímpio e chagas Leite, os ouros dois são mesmo Raimundo Mamede e Chico Correia.

zan disse...

Tudo bem... ZéNeville, vc. venceu... Tenho ido muito à cidade de Nazaré ultimamente e na casa em que me hospedo as paredes estão cheias de fotos do ZéQuirino, aquela figurinha inesquecível que trabalhava em frente à casa em que morei com minha família na Senador José Euzébio, a agência Cruz, onde paravam coletivos que vinham de Barras, Batalha, Esperantina, etc.

NEVILLE PAZ disse...

Zan, sei de quem se trata, inclusive tive o privilégio de ser amigo do inesquecível Zé Quirino. Lembro-me perfeitamente da sua preferência ao traje de linho branco (calças de linho acentinado-
S/120 e camisas de cambraia de linho) e sapatos fox pretos. Era um cidadão de bom caráter.

zan disse...

Rapaz, na casa da Sra. Luciene Silva e de seu esposo Albino Lopes, na cidade em que ela é prefeita reeleita na última eleição, onde pernoito depois de oficinas de teatro para jovens da cidade, as paredes do corredor de entrada são apínhadas de fotos do ZéQuirino e de pessoas de Campo Maior. Vou ver se consigo digitalizar esse material. Acho que tem até a foto do jogo em que o Caiçara ganhou pela primeira vez do meu querido Comercial, com Cavalo Véi de centro avante (a foto é muito pequena e meio estragada pelo tempo, uma relíquia). A prefeita Luciene Silva é filha do ZéQuirino, caiçarino dos bons.

Antonia disse...

Nessa época aí o doutor Altivo ainda não tinha casado? Digo isso porque ele nessa roda de cerveja com a esposa que era puro limão azedo.

zan disse...

Gente, pelamor de deus, vamos poupar os mortos, pelo menos...

Briulino disse...

O seu zan tem razão.
Ela já ta do outro lado toinha.
Ela podia ser limão azedo, mas era a esposa dele.
Espero que ela num teja se estribuxando debaixo do chão pra vim puxar teu dedo de noite toinha.

Valdivino disse...

Briulino aí já ficaria parecendo as conversa do próprio doutor Altivo quando ele estava preparando as ferramentas pra te dexar mais calmo.

Auricélia. disse...

E continua a mesma história intupetada de hipocrisia e adoração a santos: Morreu vira santo. Não vira coisa nenhuma, isso não existe,a escritura sagrada esclarece; o estrago fica feito e se uma pessoa não paga aqui(preconceito, racismo)pagará de qualquer forma com a justiça divina, não para padres, pastores ou pai de santo.

Paulo Afonso disse...

Auricélia já o doutor Altivo era de uma simpatia fora de série e uma pessoa alegre sem ser antipática. è issso ai. Assim caminha a umanidade.

Anônimo disse...

Vixe!!!

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