segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Esporte Bretão... Futebol de qualidade na Terra dos Carnaubais.

(Clique nas fotos para ampliá-las)

José Miranda Filho - Da redação do jornal A LUTA

A taça da foto é uma das 3 conquistadas pelo Comercial - os títulos de campeão dos 1º e 2º turnos e de campeão piauiense de 2010 - inédito, o primeiro de sua história no certame estadual de profissionais. As 3 taças estavam expostas, depois do jogo, numa das inúmeras barracas dos festejos de Santo Antônio. Muita gente as abraçou, ergueu, com alegria estampada no rosto. O goleirão Icade - como disse o João de Deus - teve essa oportunidade também. Apanhou uma delas, momento colhido pela lente fotográfica de outro comercialino: ZAN. A propósito, o Icade, como jogador, não experimentou contentamento tão grande. É que no seu tempo de atleta, apesar de ter integrado equipes do Comercial e do Caiçara de ótimas qualidades, os clubes campomaiorenses enfrentaram os teresinenses em suas eras de ouro. River, Flamengo, Piauí, Tiradentes formavam esquadrões aprimorados. Os dos últimos anos nem são dignos de ostentar seus nomes. Sem pretender, aqui, desmerecer a conquista comercialina deste ano, que foi para jamais ser esquecida.


É, João de Deus, nenhum dos Zés - Miranda e Acélio - antecipou-se ao Belchior Neto. Ainda estou com problemas de CPU, de modo que meu tempo na internet, entre as várias opções por ela oferecidas, parece encurtar o tempo para dar conta quanto a uma e outra delas. Mas o Mundico Belchior ofereceu as informações, como também outros leitores. Bem, ele apenas se atrapalhou com o primeiro agachado da primeira foto do Comercial; não é Zequinha, porém Maranhão. Certo, Mundico? Também não sei de onde ele arrancou o Zé Maria "Mamara"! Esse Comercial é uma de suas maravilhosas formações. Não imaginem que eu o afirmo por ter um irmão (Icade) e um primo (Antonino) em suas fileiras. Foi um bom time mesmo; que o confirmem os especialistas do esporte bretão. Essa foto é do Campeonato Piauiense de 1972. Vencemos o River, empatamos com o Flamengo; foi sensacional!

Na 2ª foto do Alviceleste, com informação quase correta do Belchior, pois não era Edir, mas Edinho Catita, se apresentam 12 jogadores. Qual será a explicação? Um era reserva e entrou de "gaiato". Ou o time só tinha um reserva, realmente? Quem pode dizer quem era o reserva? Essa equipe talvez tenha sido do final dos anos 50 para o início dos 60. Antônio Rufino de Sousa era o presidente. A 3ª foto do Comercial, sobre a qual o Mundico se omitiu, foi, possivelmente, do fim da década de 50. Vamos tentar identificar? Da esquerda para a direita (do observador), em pé: José Casimiro Neiva (presidente), Chico Catita, Antônio Pedro,(?), Manuca, Ângelo,(?), e Antônio Neves (técnico); agachados: Zequinha (era o goleiro reserva, mas não estava uniformizado), Bodinho, Sérvulo, João Catita, Edinho (não Edir) Catita e (?). Ressalto que, com referência aos pontos de interrogação, sei quem são os rapazes, mas a cabecinha não recorda os respectivos nomes. Mas o Mundico Belchior nos noticia que na sua revista, NOSSA GENTE, de dezembro teremos mais sobre nosso esporte-rei. Aguardemos.

As duas fotos de times amadores; um juvenil, outro infantil. Eu supunha que o primeiro seria o Cruzeiro, que pertencia ao Fogoió, irmão do Zerica. Mas aí por cima dizem que é o América, do bairro Estação. Não sei mais ao certo. Desse América, então, o primeiro em pé, da esquerda para a direita de quem vê, é o Chico Carioca, Mundico? Parece não ser não... O goleiro é sobrinho do Seu Zacarias Gondim, o 3º é o Antonino?! Que Antonino? Rapaz, não dá pra saber, não. O nome do moreno não consigo lembrar; Martim(ns) Spindola (falecido) e Edvar Alves (do Seu João dos Couros. Agachados, na mesma ordem: Fogoió, Carbureta que nada! este, quando não estava em luta com o Henrique Pires, jogava um pouco de futebol de salão (hoje, futsal); Nandoba?! O Mundico está se saindo com cada nome! O do meio é o Enildo Bona (irmão do tal Carbureta); Genival e Bogó (quem o disse foi o Mundico, não eu; rapaz, esta cara não pertence ao Bogó, não!)


A última foto é do Santos; time de meninos de primeira. Vou conferir a lista do Mundico, lá em cima. Pela mesma sequência que todo mundo já conhece. Em pe: Zé Júlio Reis? Homem, o miúdo, primeiro, não é aquele menino cujo pai trabalhava nos Correios? Tocava numa bandinha? Como se chama mesmo? Não já disse que esqueço nomes? O segundo, o João de Deus vai nos lembrar seu nome, porque também não me entra na cabeça; filho do Seu Zuza Correia Lima, pessoal! Joãozinho Capucho, Zé Olímpio Filho, Cachopa e (?). Agachados: Piaba, o seguinte é filho do Seu Achiles Rocha, Zé Luís Rufino, Chico Carioca e Edvar.
@@@@@

Pra finalizar, porque o dono da CPU já vai dormir. Sobre anônimo aí em cima. Antes, ele indaga ao ZAN que história de meia-direita seria aquela. Para ele, seria mais fácil indicar a posição na foto. Acontece que ele talvez não tenha sido dos tempos mais para trás. Os jovens de hoje desconhecem as velhas denominações das posições dos jogadores de futebol. Zagueiro-central, quarto-zagueiro, centromédio, meia-direita, meia-esquerda, centroavante, ponta-de-lança, ponta-direta e ponta-esquerda são citações estranhas pra eles. Foi o motivo da sua interrogação ao ZAN. Esse anônimo, também, pede socorro a Maria Áurea. Moço, ela nada sabe de futebol, mas dos assuntos sociais, estudantis, da nossa juventude daquela época. Aliás, numa postagem muito antiga, ela disse que eu estaria numa foto de turma do Ginásio Santo Antônio, na qual estaria também a Gracinha Torres. Mas não éramos nós, e a Gracinha até comentou sobre isso. Viu como a minha parenta Maria Áurea nem sempre "acode"?

29 comentários:

Horácio Lima disse...

O CAC não fez nenhuma contratação milionária e conquistou o tão cobiçado Caneco temporada 2010, não se intimidando diante dos arqui-rivais, não fez nenhuma contratação milionária, nenhum fenônemo, nenhum imperador, elenco formado praticamente pelas pratas de casa ou vindos de outros estados como Ceará se não me engano, ao contrário do Flamengo-PI que contratou o veterano Jardel com direito ao marketing publicitário, salário milionário, parece que este nem estar esquentando o banco de reservas.

Grande Bodão, coloque novamente as suas barbas de molho, muito sebo de carneiro nas canelas, afie os chifres, pois a pegada vai ser mais embaixo, mas quem tem um elenco comprometido e um treinador competente tudo é possível na Copa do Brasil 2011, é esperar e torcer, Aníbal Lemos já mostrou pra galera que entende da redonda nas quatro linhas.

Parabéns a família azulina pelo título do campeonato piauiense de futebol, e com certeza o mestre Antonio Neves só afinando a orquestra.

Meu time de coração em Campo Maior é o alvirrubro Caiçara e em SP o Corinthians Paulista, o Leão dos Carnaubais há muito tempo não ta nem aí pra sua torcida, só passeando pelos verdes carnaubais. Se dependesse da boa vontade e disposição do caiçarino doentio Chico Boguém o Leão dos Carnaubais estaria neste campeonato, o que impede muitas das vezes é a falta de patrocínio.

Eu imagino uma final de campeonato piauiense entre Caiçara x Comercial, o velho estádio Deusdete de Melo não ia ter estrutura, correndo um risco de um tremor de terra, principalmente naquelas tardes quentes de Campo Maior que muitas das vezes eu assistia de longe este clássico na minha cadeira cativa, pendurado nos galhos de “ciriguelas e mangas” que circundavam a Arena, bons tempos de Coló, Icade, Beroso, Chico Galo, Cabo Dulce, Deda, Vicentinho, Cabrinha, Anduiá, Panzilão, Escurinho, a cada gol a favor, o meu amigo Deda jogava puera pro ar, eu não perdia um só lance. Deda, baixinho invocado, pescoço enterrado fazia zaga com Cabo Dulce, era uma foice, cortava todas por baixo.

Leão, ver se arrebenta a jaula no próximo campeonato, deixa de ser um leãozinho domesticado, mostre as suas garras afiadas como nos bons tempos do Sr. Zacarias Gondim.



Horácio Lima/SP,
Junho/2010

zan disse...

Dei prum amigo digitalizar umas fotos que o meu primo e irmão Icade me deu pra fazer o mesmo e como na época estava sem computador deixei com o cara, mas é muita coisa interessante... Estou devendo a ele e ao Netto um texto fazendo um rápido resumo da carreira desse brilhante goleiro campomaiorense, que aprendeu a defender bola com meus chutes, assim como um certo goleiro que chegou até à seleção brasileira como reserva do Leão na Copa de 1974, conhecido como Wendel, meu companheiro de peladas no areal da Vila dos Remédios, Afogados, Recife, década de 60, que tinha o apelido de Nicolau, inspirado num macaco de circo de periferia.

zan disse...

Na quarta foto de cima pra baixo, se o meia direita não for o Carbureto eu não me chamo de zan...

Anônimo disse...

ZAN, qual é o meia direita, criatura? É mais fácil indicar a posição na foto.
O goleiro é o Zé do Dico, e o que está com a bola é o Boga? O penúltimo agachado é filho do Décio Bastos?
Chega, acode aqui, Maria Áurea!

Netto, de Deus disse...

Chico da Barba, Gilmar, Nilton Santos, irmãos Carbureto Bona, Nonatinho dos Couros (ou Edvar?) Cabecinha, Cabeção, Amarildo, Pelé e Pepe. Pronto!
Aí, só o Zé Miranda ou o Zé Acélio pra distrinchar esse esquadrão.
Ia esquecendo do Mundico Belchior, rapaz. Mundico apitava jogo nessa época.

Belchior Neto disse...

É pessoal, estou tentando me lembrar desse pessoal que o Netto mostra em seu blog. Não sabia nem o que era uma peleja de futebol, pois nessa época das fotos, ainda estava eu no pensamento dos meus queridos pais.
Mas, se é o time do América da Estação vou tentar descobrir alguém que o Osmar do Padre treinou. pois nessa época ele era "olheiro" do Mestre Antônio Neves.
A primeira foto do Comercial: Icade -Amadeus (esse batia mais que o Galo) - Cleyton- Chico Galo Zé Maria Mamara e Dim; Agachados: Zequinha - Vicentinho - Antonino Miranda - Panzilâo e Airton.

As fotos 2 e 3 do Comercial o nosso informante Osmar do Padre ficou de mandar depois. Alegou que o álbum está dentro do baú e a chave sumiu.
América:
Chico Carioca - não sei- Antonino - não sei - Martim Rodrigues e Edvar Alves; Agachados: Fogoió - Carbureta - Nindoba - Genival e Bogó.
O Santos do Erinaldo: Zé Júlio, não sei, João Capucho, Zé Olimpio, não sei e Antonino Toucinho. Agachados: Piaba, não sei, Boga do Dico Rufino, Chico Carioca e Edvar Cabeleira. O restante fica para depois da revista feita, digo a NOSSA GENTE, dia 20 de dezembro.
Obrigado Osmar pelas informações e ficarei aguardando mais. Um abração

Belchior Neto disse...

Aos poucos vamos mostrar quem é quem na segunda foto do Comercial.
Em pé: Ãngelo, Manuca, Chico Catita, Chico Galo, Miguel Brito, Chiquito e Antonio Rufino de Sousa; agachados: Zé Arlindo, João Catita, Sérvulo, Bodinho, Edir Catita e Cabrinha. Inté a outra escala.

Horácio Lima disse...

Belchior, dos agachados do America da Estação depois do Genival é o Vicente Higino irmão do Waldeck o Osmar do Prado que me corrija. Levamos muito puera do America quando eu atuava pelo Cruzeiro da Praça da Bandeira, não era fácil segurar o Fofoió, Nindoba e Genvial.

Abraços

José Miranda Filho disse...

A taça da foto é uma das 3 conquistadas pelo Comercial - os títulos de campeão dos 1º e 2º turnos e de campeão piauiense de 2010 - inédito, o primeiro de sua história no certame estadual de profissionais. Assisti ao jogo final, no Deusdedith Melo, usufruí deste privilégio, com o coração aos saltos. Tinha esperança da vitória, mas, quando o Flamengo marcou o 1º gol do prélio, o sentimento desandou. Porém, felizmente, ainda tive vida suficiente para viver aquela indizível emoção. Viverei mais, para ver o Bode jogar, pela primeira vez, na Copa do Brasil. Meu amigo Horácio fez, inclusive, menção ao meu título, este também é meu, e ninguém tira. Horácio, lá em São Paulo, se lembrou desta minha, entre outras, paixão, cá no Piauí. Um grande amigo. Abraço.

Pindoba disse...

É Nindoba mesmo o nome. O outro nome é Chico da Barba só depois é que virou carioca da rocinha.

Belchior Neto disse...

Nindoba. Era assim que era chamado o Enildo Bona, viu Pindoba.

Pindoba Nindoba disse...

Mas eu fiz foi confirmar que tu disse Belchior. Era Nindoba mesmo. E o Chico era da Barba. E é Carbureto e não carbureta.

Anônimo disse...

Na quarta foto,sei:de pé Chico Paz,Renato Castelo Branco(sobrinho Sr Zacarias)Paulo Bona,não sei,Martins Rodrigues,um dos filhos do Sr João dos Couros,abaixados:não sei,Carbureto,Enildo,não sei eum dos filhos de d. Nerina.

Anônimo disse...

Caro Zé Miranda,

Não é que não conheça a nomenclatura de antanho no futebol, mas é que o ZAN quis identificar o jogador na fotografia pela posição em que jogava. Ora, pela fotografia não dá para saber quem era o meia direita ou o zagueiro central, concorda?

Cabeção do Caiçara disse...

No 2º time do Comercial(xadrez)o goleiro é o Zé Maduro.
O Chico Catita mora no Mocambinho, mais precisamente no outro lado da avenida que divide esse bairro e o do Santa Sofia onde ele tem uma casa. Fica perto da casa do Dr. Fumacinha filho do Fumaça do Comercial também. Esse jovem doutor é casado com uma filha do também jogador do Comercial o Chiquito que trabalhava com o Vespasiano Ribeiro de Brito Presidente do Comercial e dono de uma loja de tecido onde hoje é uma farmácia em frente a prefeitura que na época era o Mercado velho. Quem morava ali também no Mocambinho e faleceu foi o zagueiro de Santa Catarina Edson.

José Miranda Filho disse...

Caro Anônimo: Agradeço sua intervenção no meu texto. É bom saber que você conhece a velha nomenclatura no futebol. Informo-lhe, porém, que, nas fotos de times de futebol de antanho (época a que decerto pertenci, segundo seu pensamento), os atletas costumavam se postar conforme as posições em que atuavam, exceto o goleiro. Ocorria assim principalmente com relação aos atacantes. Por isso, o ZAN referiu-se a “meia-direita”. O jogador desta posição era o segundo agachado, da esquerda para a direita do observador da foto.
Cabeção: Vê-se que desconhece as histórias do Comercial e, até, do seu time, Caiçara. O famoso goleiro Zé Maduro nunca atuou pelo Alviceleste, mas sempre (caiçarino doente) pelo Alvirrubro. Portanto, o arqueiro da terceira foto do Bode, que você citou como sendo a segunda foto (xadrez), é o Ângelo mesmo.
No texto, omiti o nome do atleta postado ao lado do Mestre Antônio Neves, na segunda foto do CAC. Depois recordei e agora lhes digo que é o Dimas. Da mesma forma, lembrei o nome do filho do Seu Zuza dentista, que integra o time do Santos (última foto) e que eu deixara de escrever: Leni.
Desconhecia, sinceramente, o apelido do Enildo Bona: Nindoba! A propósito desse irmão do Raimundo Nonato Bona, preste atenção, Pindoba (quanta semelhança de alcunhas, não?): Quando o apelido teve começo, era mesmo Carbureta. Foi Cézar Melo o seu criador. Sabe-se que o derivado do acetileno é masculino, porém, para esquentar o Raimundo, o Cézar usava o feminino. Então, o Raimundo se tornou Carbureto apenas depois que ingressou na política e se tornou personalidade, inclusive popularizando seu nome mediante a inserção do dito cujo nele – Raimundo Nonato Bona Carbureto.

Egídio - de Sampa disse...

Ô Zé Miranda, o Ângelo não é o que jogava no Artístico quando a praça da Bandeira era a principal praça de esporte de Campo Maior? Acho que o conterrãneo deve lembrar disso, posto que cheguei a vê-lo por lá já moleque taludinho levado que era pelo saudoso e inesquecível dentista e jornalista Dr. José Miranda.
Gosto dos seus comentários.

José Miranda Filho disse...

Vimos as imagens no Bitorocara, como já tivemos oportunidades de assistir em filmes na televisão, assim mesmo, desbotadas – qualidade das filmagens de antanho (palavra varrida do meu vocabulário, que o Anônimo me trouxe de volta; aliás, ela própria, ou seja, esta palavra, que já é de antanho). Mas sempre são motivos de recordações, de sentimentos fortes. Felicíssima a iniciativa do João de Deus, portanto. As imagens nos mostram que são superiormente acentuadas em relação com os registros dos acontecimentos futebolísticos um pouco mais recentes, como as próprias conquistas do tetra e do pentacampeonato. O que se dá, também, é o pioneirismo da conquista unida à nostalgia de uma época que nós, pessoas já ultrapassando a maturidade, vivenciamos. Basta-nos comparar o resultado emocional da amostragem dessas imagens às gerações da época e às dos últimos anos para cá. Os adolescentes e jovens das décadas de 50/60 e os das décadas de 1990/2000. São experiências emotivas bastante distintas. Em 1958, eu estava na adolescência, era a minha primeira Copa do Mundo. À de 1954, ainda criança, não prestei muita atenção. Ouvia, quase indiferente, as conversas acerca da eliminação brasileira para a Hungria, pelo placar de 4x2, nas quartas-de-final, com uma desastrosa atuação de um juiz inglês, que teria “metido a mão” em nosso selecionado. E que essa mesma Hungria, o melhor escrete daquele torneio, perdera, poucos dias depois, para a Alemanha e, consequentemente, o título mundial.

José Miranda Filho disse...

O jogo final da Copa de 1958 me transmitia a impressão de um evento muito importante, até na minha própria vida. O Brasil podendo se sagrar campeão, posteriormente a ter se dado mal nas edições de 1950 e 1954. Como só muito depois eu soube, foi a primeira Copa do Mundo televisionada. Mais de 70 países a acompanharam pela TV. Entretanto, nós somente pudemos ouvir; apenas o rádio nos proporcionou “ver” (através dos ouvidos) os prélios da Seleção. A finalíssima, por volta do meio-dia, no horário do almoço, a mesa posta, aguardando. O que apenas foi possível ser feito lá para as 3 da tarde. A fome não incomodava tanto, pois a tensão provocada pelo jogo era bem maior; a partida final do Brasil, que, dessa feita, esperava-se que fosse o campeão. Enfim, não havia tempo para comer, empanturrar-se, o que causaria, até, algum problema com a saúde. Eu exclamava: que horário estranho para o futebol! Falta de hábito. “É diferença de horário, menino (diziam); na Suécia o Sol, além de ser visto à meia-noite, anda adiantado, e lá já é de tarde.” E a Canarinho derrotou os donos da casa. Finalmente, a taça ficava conosco. A Jules Rimet passava-se às mãos do capitão Bellini (eu tinha “despeito”, por ele ser do Vasco), pela primeira vez erguida bem alto, na forma como atualmente fazem todos os capitães campeões nas várias partes do mundo. Então, na pequena e longínquo Campo Maior dos considerados grandes centros futebolísticos do País,naquela tarde sem almoço, saímos em passeata. Multidão, sob foguetório, conduzindo bandeiras e bonecos representativos dos atletas vencedores, idealizados pelo gênio do artista plástico Prof. Raimundinho Andrade, percorreu várias ruas antes de se concentrar na Praça Ruy Barbosa, onde se encerraram as homenagens. Todos éramos campeões mundiais de futebol.

José Miranda Filho disse...

29/junho, domingo de imensa expectativa, indizível ansiedade. Estocolmo, capital da Suécia. Estádio Raasunda, cerca de 50.000 mil pessoas, Hino Nacional umedecendo os olhos, comprimindo a garganta. Perplexidade logo no limiar do entrevero com os suecos inaugurando as redes de Gilmar. Receio por mais um fracasso, pequeno sinal de um sonho que poderia ser desfeito. No entanto, Vavá empatou em seguida e ainda marcou outro gol, Pelé assinalou também dois tentos e Zagallo (FlaMEEENGOOO!) completou a histórica goleada: 5x2. A Seleção alinhou: Gilmar (Corinthians); Djalma Santos (Portuguesa de Desportos), Bellini (Vasco), Orlando (Vasco) e Nilton Santos (Botafogo); Zito (Santos) e Didi (Botafogo); Garrincha (Botafogo), Vavá (Vasco), Pelé (Santos) e Zagallo (Flamengo); técnico: Vicente Ítalo Feola. De Djalma Santos, era a estreia na competição. Apesar de frequentes discussões a respeito do melhor selecionado brasileiro, elevado número de especialistas tem esta aqui como o melhor de todos os tempos. Observem e comparem com os que vêm sendo formados já há alguns anos, a qual clube pertencia cada um dos seus componentes. E concluam que a Seleção se “internacionalizou” ecomo nossas agremiações de antanho eram, incomparavelmente, melhores que as de hoje. Conforme vemos, Vasco e Botafogo lideraram quanto ao maior número de atletas no jogo final e em alguns que o antecederam. Porém o meu Flamengo teve mais que todos os clubes: 4, 3 dos quais havendo começado a Copa. Quase todo o ataque do Rubronegro estava na Seleção, Olhem: Joel, Moacir, Dida e Zagallo; apenas o centroavante Henrique ficou de fora porque havia Mazolla (Palmeiras) e Vavá. A até então estranha camisa azul, que não víamos pela ausência de imagem, apenas sabíamos através do som radiofônico, mas que este anunciara a necessidade de sorteio para se decidir quem usaria o uniforme nº 1, vez que as camisas de ambos os times eram amarelas, os adversários tiveram sorte. Contudo, para o dirigente da delegação verde-amarela, Paulo Machado de Carvalho, seríamos campeões, porque nosso esquadrão iria jogar com a cor do manto de Nossa Senhora Aparecida, que, como se sabe, é a Padroeira do Brasil. A Copa de 1958 nos oferece outro marco relevante: foi a única vencida por um país não-europeu entre todas as que se realizaram na Europa. Deu pra compreenderem?

Horácio Lima disse...

Amigo Zé Miranda, grande enciclopédico ambulante do futebol arte de todos os tempos, quero dizer caro Zé que em 1958 eu tinha apenas sete anos de idade e morava em Pedro II minha cidade natal, e que mais me impressionou neste mundial foi o jogo entre BrasilxChile onde a seleção chilena tinha um jogador matador Touro. Na época você ouvir uma transmissão através de um rádio era extremamente fascinante e apesar da minha pouca idade tive este privilégio de ouvir através das ondas do rádio na casa do Toinho Felipe (falecido). O som captado pelo locutor Pedro Luis era muito precário e oscilava em ecos e quando voltava a voz do locutor a pelota sempre estava nos pés do goleador Touro dando a impressão de medo que o atacante entraria com bola e tudo, são lembranças captadas na minha memória e o Touro é a mais viva, no final do confronto o Brasil saiu vitorioso.


Um abraço.

José Miranda Filho disse...

Ô Egídio, como eu gostaria de lembrar quem é esse atencioso conterrâneo que sabe quem somos eu e meu pai, conforme suas palavras acima: “... saudoso e inesquecível dentista e jornalista Dr. José Miranda”! Sou sempre tomado de emoção quando alguém se exprime dessa forma sobre ele; muito grato também. E quando, igualmente, recebo expressões generosas como as que você me dirigiu no final do mesmo comentário. Você diz que se recorda de meu pai me levando, “já moleque taludinho” para o futebol na praça da Bandeira (Aarão Santana). Ou minha memória está se encaminhando para o brejo, ou eu não era ainda taludinho assim, porque não consigo repassar nesta mente aqui tais momentos da infância. Quando dei por mim interessado no esporte bretão, já existia o precaríssimo Estádio Deusdedith Melo (se ainda o é hoje, e olhe que apesar de sua estadualização...!), bem como, e somente, o Caiçara e o Comercial. Não havia mais jogos na citada praça, nem o Artístico. Ah! E o Ângelo já defendia a baliza comercialina. O Alvirrubro é de 20/01/1954, porém a Federação de Futebol do Piauí reconhece a data de 27/02/1954. O Alviceleste é mais velho. Ele e eu nascemos no mesmo ano e no mesmo mês: eu em 25/abril; ele em 21/abril (dia do Tiradentes, e por que não lhe deram este nome?). Pertencemos nós dois, portanto, ao signo de Touro – viril, forte, obstinado, apaixonado. Certamente, o que marca minha afinidade – e afetividade – com essa agremiação, Campeã Piauiense de 2010! Ipe-ipe-urra! Assim, caro Egídio, o único time que conheci além dos dois, criado pelo saudoso Fernando Viener, para tentar brigar, em mesmo nível de condições técnicas, com o “Leão” e o “Bode”, mas que sequer chegou a participar do certame estadual e teve curta duração, foi o Mafrense (homenagem a um dos desbravadores do Piauí).
Grande abraço.

José Miranda Filho disse...

Como me expandi na conversa, o texto não coube no espaço de cima. Tive que dividi-lo, e talvez em mais dois. Portanto,continuo em seguida.
Amigo Horácio, prestei bastante atenção a uma das simpáticas expressões que dirige a mim. Eu me refiro, desta vez, ao seu comentário no post “Dia do Piauí”, pelo que lhe fiquei devendo resposta, pois não posso faltar, nunca, com um velho companheiro. É para lhe agradecer, portanto. E lhe digo que não mereço tanto.
Acerca do Dia do Piauí, da Batalha do Jenipapo, da bandeira do Estado, suponho que já bati e rebati demais o assunto, sendo, talvez, hora de parar. Entretanto, não afirmei ainda por que comemoro o 13 de Março como a nossa data magna. Primeiro, por ele merecer mais que os outros; segundo, porque os parnaibanos celebram o 19 de outubro como sendo a tal; os oeirenses, da mesma forma com o seu 24 de janeiro. Portanto... “E ai-ai, ui-ui!” (Magro de Aço, Carlos Said). Não contei também que uns cidadãos litorâneos compõem um “grupo dos seis”, exacerbado, mórbido mesmo, com o fim exclusivo de – uma expressão muito usada hoje – “detonar” o combate do Jenipapo, o dia 13 de Março de 1823, a inserção dele em nosso pavilhão. Não duvido nada de que eles tenham influência no cumprimento pleno da lei de introdução da data. O grupo dos seis realiza constante pesquisa com o aludido objetivo. Enviam correspondências até para Portugal, suas academias, arquivos públicos, instituições culturais e históricas, museus. É uma atividade incrível. Comem, bebem e dormem a Batalha do Jenipapo, para, terrivelmente, obterem sua completa exclusão da história de nossa independência. Você, Horácio, e demais amigos, nem podem calcular a dimensão da perversidade daqueles homens. No conceito deles, o herói maior de nossa libertação é o Coronel Simplício Dias da Silva, que, furioso com os elevados impostos que pagava à Corte, reuniu-se a um pequeno grupo de descontentes e proclamou a Independência. Depois, ante a ameaça imposta por Fidié, fugiu para o Ceará, de lá retornando somente no dia 30/4/1823, quando o comandante já estava pra lá do “calcanhar do Judas”. Para mim, herói maior foi o nosso Tenente Simplício José da Silva (semelhante ao outro só pelo nome), que participou ativamente da luta no Jenipapo e prosseguiu com guerrilhas posteriores a ela, até que o português fosse expulso de nossas terras. Pretendem infundir na cabeça de todos as vanglórias do comandante Fidié perante a corte portuguesa. Dizem que o major conta que os nossos patriotas eram muito mais numerosos que sua tropa; que eles estavam bem armados, que não lutaram com as armas citadas pelos nossos historiadores – facões, foices, cacetes, raras e velhas espadas e espingardas, etc.; que impôs uma fragorosa derrota aos libertadores. Conversa para enganar o rei e sua nobreza e fazer jus a medalhas. Mas que são as mais fidedignas verdades para nossos “coestaduanos” da Parnaíba, Brasil (alguém recorda que é este o endereço deles?). Para concluir, devo perguntar por onde anda o Poder Judiciário? Que é do Ministério Público? Sua atribuição não é fiscalizar o que se faz errado e o que se deixa de cumprir? Os senhores magistrados e procuradores estão muito assoberbados com os crimes de corrupção, eleitorais, ficha limpa, ficha suja, etc. Oh, por que não dar um pouco de atenção ao descumprimento da lei da nova bandeira do Piauí? Será este um problema irrelevante, diante de tão graves situações que o Judiciário tem que enfrentar? Por favor, excelências!

José Miranda Filho disse...

Bem, meu prezado Raimundo Horácio de Lima, este post trata é do esporte bretão. Portanto, a ele! Você, generoso novamente comigo! Só me cabe agradecer de novo. Fica alimentando minha vaidade... O amigo vai me permitir, mas se não, eu me permito fazer uma pequena emenda no seu comentário. Sem dúvida, foi apenas um lapso de sua memória. Afinal, é mais novo – ou menos velho? – do que eu, porém nem tanto; se, em 1958 tinha 7 anos... Pois sim. O jogo Brasil versus Chile, lembrado por você, ocorreu na Copa do Mundo de 1962, acontecida nesse lindo país andino. O partida valeu pela fase seminal do torneio e classificou a Seleção Brasileira para a finalíssima, que faria com a outra vencedora, a antiga Tchecoeslováquia, que acabou sendo vice-campeã (Brasil 3x1); os tchecos tinham também um time sensacional. Já o Chile, anfitrião, mas sem possuir tradição futebolística, conseguiu o 3º lugar, considerado honroso, ao derrotar a - outra antiga –Iugoslávia (1x0). O Brasil venceu o Chile por 4x2, gols marcados por Vavá (2) e Garrincha (2), este o melhor craque daquela competição. O espetáculo ocorreu no Estádio Nacional de Santiago. Observe a data: tarde de 13 de junho, pouco antes de sair às ruas de Campo Maior a pequena imagem do glorioso Santo Antônio. Quando a procissão passou diante da minha casa, ainda se comemorava a grande vitória brasileira. À multidão de devotos se juntaram os numerosos torcedores, entre os quais – quanta saudade, Deus! – meu pai, apaixonado pelo esporte rei, Comercial e Flamengo. Então, em 1962 (ano do bicampeonato nacional), formavam o selecionado estes craques, todos atuando em nossos clubes (não ocorria como na lamentável atualidade): Gilmar (Santos); Djalma Santos (Palmeiras), Mauro (Santos), Zózimo (Bangu) e Nilton Santos (Botafogo); Zito (Santos), Didi (Botafogo) e Zagallo (Botafogo); Garrincha (Botafogo), Vavá (Vasco) e Amarildo (Botafogo). Ô Horácio, esta repetição me aperreia o juízo. Veja aí: a metade do escrete era botafoguense, época em que a “estrela solitária” deitava e rolava sobre o “urubu” de Jadir, Carlinhos e Jordan..., quando este último era um dos “Joões” do Mané, e o ZAN vestia a camisa listrada de preto e branco (hoje ele não veste mais; o time desmerece). Mas, concluindo sobre aquele jogo, destacou-se, sim, muito bem lembrado pelo amigo, o tal Jorge Toro. O cara foi autor de um dos dois gols chilenos. Você também não esqueceu Pedro Luís, que, com sua mestria - igualável à de poucos locutores, como Waldir Amaral (Rádio Globo), Jorge Curi (Nacional e Globo) e Fiori Giglioti (Bandeirantes e Tupi -, propiciou muito mais emoção ao futebol de antanho.
Grande abraço.

Bezerra da Barra do Ceará. disse...

Egidio o Zé está dando um branco na memória porque ele gostaria mesmo era de dar o azul porque é melhor do que o vermelho. Estou falando do Caiçara gente boa. Pois Bem. É que ele não quer é revelar que antes do Comercial ele torcia mesmo quando era esse taludinho que o prezado diz, era mesmo pelo Rio Negro, lembra? Ô Zé procura no valioso arquivo do inesquecível jornal A Luta que lá deve ter algum escrito do saudoso Doutor Zé Miranda sobre estes times daquela época. Outra pergunta. Por quê então o mirim do Bode não é um Touro?
Feliz natal e um prospero ano novo para os amigos aqui do Bitorocara.

Horácio Lima disse...

Grande mestre Zé Miranda, só vc mesmo pra ter essa paciência e descrever nos mínimos detalhes histórias vivas de um passado presente. Felizmente a paciência é uma virtude que pode ser cultivada e aprendida e com vc estamos sempre atualizando o nosso arquivo de memórias. Em Campo Maior sou caiçarino ferveroso, torço que o leão arrebente a jaula e mostre as suas garras no próximo certame. Zé Miranda dê uma olhada no blog do Elmar Carvalho.

Boas festas a todos.

SP

José Miranda Filho disse...

Bezerra da Barra do Ceará, não deu um branco na minha memória, mas é que eu ainda não era "taludinho", na expressão do Egídio de Sampa. E o cérebro de gente pequena não consegue gravar tudo o que se faz nessa fase da vida. Aliás, caro Bezerra, a cor branca pertence também, além do Caiçara, ao Comercial. Aquele é ALVIrrubro e este é ALVIceleste. Portanto, se me ocorreu um branco, tudo bem. Deus e Santo Antônio me livrem desse tal de Rio Negro, homem! De onde você tirou tal ideia?! Nasci quatro dias depois que o Comercial nasceu; portanto, trago nas veias sangue azul; dá pra entender? Somos do signo de Touro. Agora, o nosso mirim, como você denomina mascote, não é um touro porque este animal não é muito apropriado para a "função". É um bicho enorme para ser vestido com a camisa de qualquer clube, além de difícil transporte para o estádio e para outras cidades onde o time atua. O bode é um bichinho mais domesticável, bem menor, mais fácil de ser vestido e conduzido. Além de ser, como o bovino, uma espécie que faz parte da pecuária campomaiorense. Está explicado? Quanto ao Rio Negro e ao Artístico (o Egídio deve ter se confundido), como o Botafogo, o Fluminense, o Auto Esporte e o Tiradentes, foram clubes de Teresina - todos extintos, coitados! E se não se cuidarem, os sobreviventes Ríver, Flamengo e Piauí poderão ter igual destino bem depressa. O Artístico, por sinal, era saco de pancada do futebol da Terra dos Carnaubais; recordo direitinho das goleadas que ele tomava. Observou como proliferam plágios nas denominações dos times teresinenses? Isso é ridículo! O seu lembrado Rio Negro é um forte exemplo. Por que não se chamava mesmo Rio Poti ou Rio Parnaíba? Ora, o Negro é um rio da Amazônia, pois não?! Não me lembro de que o Dr. Zé Miranda tenha escrito algo sobre o futebol antigo de Campo Maior, mas, quem sabe, talvez esteja me ocorrendo um BRANCO NOVAMENTE. Em todo caso, infelizmente, nosso arquivo do jornal A LUTA foi totalmente destruído. Dói dizer isso, porém é uma lastimável verdade. Só há um arquivo completo dele, e integra o acervo do museu do Prof. Assis, sw Campo Maior. Portanto, essa pesquisa é algo impraticável. Muitíssimo obrigado pela sua
generosidade: "saudoso Dr. Zé Miranda".
Como o Natal já passou, e espero que o seu tenha sido feliz, desejo-lhe que o Ano Novo seja de muitas alegrias.

José Miranda Filho disse...

Bezerra, eu quis dizer também que Rio Negro é uma agremiação futebolística do Estado do Amazonas, uma referência, pois, ao grande rio de lá.
Horácio, a cabeça da gente vai guardando alguma coisa adquirida pratrazmente (Odorido Paraguassu, João de Deus; bem lembrado), não é mesmo? Acho que não seja uma peculiaridade só minha, claro. Quanto à paciência, como já foi dito aqui, sou taurino, e ser paciente é uma das várias virtudes das pessoas desse signo, talvez o mais importante do Zodíaco (que me perdoem as dos outros signos); do contrário, eu já estaria em algum asilo para enfermos mentais; o que o amigo diz? Torno a agradecer as palavras benevolentes do prezado. Sei que é torcedor fervoroso do Caiçara, que, como o Vasco da Gama, só comemora vice-campeonato; mas, quem sabe, um dia o pequeno e inofensivo bodinho possa dar uma chance ao leãozão (estou morrendo de rir). Não, Horácio, vocês pensam que só tenho olhos para o Bitorocara, mas não é assim; tudo o que petence a nossa terra (sei que você é pedrossegundense - de berço - mas campomaiorense de coração) vejo com especial carinho: os blogs do ZAN, da Luselene, site do Prof. Assis, portal CampoMaioremfoco, página da Katiúcia no 180graus, blog do Zé Elmar, que, na minha definição, é o mais brilhante poeta de Campo Maior, e o seu blog, como os demais, é maravilhoso! Abraços, Horácio e Zé Elmar, se este estiver nos lendo. Boas Festas!

Anônimo disse...

Rapaz, eu quero saber é se o meu pai nao jogava em nenum dos times de campo maior, ou se só jagava copo. o nome dele? antonio /carlos de Melo, filho do Estácio Melo.

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