domingo, 28 de fevereiro de 2010
Bitorocara lembrado para medalhas...
Este blogueiro, e, acima de tudo, campomaiorense, que vos “fala”, se sente lisonjeado e duplamente emocionado pela lembrança do meu nome por parte do governo municipal, na pessoa do secretário de Turismo Marko Galeno, da equipe do prefeito de Campo Maior, João Félix Andrade Filho, para recebimento das medalhas do Mérito “Heróis do Jenipapo”, outorgada pela Prefeitura Municipal de Campo Maior, Piauí, e da medalha da Ordem Estadual do Mérito Renascença do Piauí, oferecida pelo governo do Estado. A solenidade acontecerá no dia 13 de março deste 2010, por ocasião das comemorações do aniversário da Batalha do Jenipapo, na minha cidade. Não preciso nem falar da tristeza de não poder comparecer, não por outros compromissos, absolutamente, mas também por ter sido pego de surpresa e a quase 4.000 km de distância do cenário deste sangrento combate pela independência do Brasil, em terras de Bitorocara. Ano que vem tem mais, e desta vez derrotarei o "fidié" da distância.
A foto do Template - título do blog - que usarei por estes dias, foi gentilmente cedida pelo site http://www.teresinapanoramica.com/ .
Os Comerciantes...
Simão Pedro
Fui vizinho e cliente do falecido, e acompanhei muita coisa da sua vida. Menino curioso que fui e continuo a ser, ficava observando sempre os acontecimentos da rua.Certa feita do meu observatório, num domingo a tarde avistei nosso amigo taxiando sua potente rural na porta do seu quartinho, chegou meio afobado, com uma velocidade maior que a de costume, parou o carro deixando a marca dos pneus no meio fio. Desceu do carro cambaleante e entrou. Sorrateiramente fui chegando pra tomar pé da situação; verifiquei que o mesmo tinha deixado a porta semi-aberta. Na ponta dos pés fui me aproximando,tremia muito, mas não podia desperdiçar a oportunidade de ver o interior daquele quarto, motivo de curiosidade para toda a rua. Entrei devagarinho, ele não estava ali, onde teria si socado o homem, indaguei-me. Adentrei e com um olhar fotografei todo o ambiente, vi uma rede listrada ali amarrada,um geladeira pequena arredondada, era uma potente Westinghouse, branca, mas um pouco encardida. Um fogão mal cuidado de duas bocas com uma panela de ferro em cima, um par de chinelos em baixo da rede, uma tv preto e branco pequena com um seletor de canal enorme na frente, ao lado da rede uma corda estendida com uma toalha e uma samba canção jogada por cima, arrisquei mais um passo e recuei , o medo era grande, saí correndo dali assustado mas recompensado, fui o único da rua a penetrar naquele quarto. Nada vi de estranho, só encontrei ali muito silêncio e solidão. Ao sair avistei a Rural na minha frente, estava com a porta aberta, que sorte eu tinha, fiz ali minha festa.
Campo Maior perdeu na semana que passou, o mais antigo comerciante em atividade na Demerval Lobão e adjacências: Antônio Moisés Farias, ou simplesmente, “Seu Moisés”. A sua quitanda ficava na Demerval Lobão, bem ali ao lado do Seu Níuso, Armazém Paraíba, BNB... Vendia de tudo ali naquele ponto, sempre calmo e tranquilo atendia com eficiência; dele, fui seu freguês desde os quatro anos. Toda moeda “roubada” da gaveta da farmácia da nossa família, tinha destino certo: corria pro Seu Moisés e pedia, no balcão, as saborosas pastilhas de hortelã e as meladas balas São João; quando o “furto” era maior, arriscava comprar um "Kisuque de morango". Era um homem trabalhador, honesto e dedicado ao trabalho. Na sua vida pessoal era portador de hábitos esquisitos, morava sozinho num quartinho ao fundo do seu comércio e tinha por hobby criar seus gatinhos; lá no fundo do seu quintal contava com um plantel de mais ou menos 300 felinos, segundo o último censo que fiz, mais ou menos há trinta anos. Solteirão convicto, sempre à noitinha escapava para um passeio na sua Rural Willys de cor azul. Que Deus o proteja no seu retorno a pátria espiritual.
Um abraço do correspondente do Bitorocara news, Simão Pedro.
Companheiro Simão, parece que acabei de assistir as cenas de arquivo deste documentário. Valeu! A propósito: Seu Nilson ainda resiste naquele trecho agora tomado por mega stores, banks, confusion transit, and the bad education, with bicylcle and motorcycles em riba do passeio da avenida? É, Zeferino, estão partindo os últimos “moicanos” remanescentes da tribo do meu avô, Seu Dedeus, e de um certo Seu Oscar Duarte... Né não Zan? Sei que tu estás ai escutando por detrás da cortina dos Comentários!
Minha mãe acaba de me contar, por telefone, que meu pai, muito cedo, passou na frente do comércio do seu Moisés que o indagou onde que tinha uma casa para alugar ali por perto; o Zedideus disse que não sabia, no momento, e prosseguiu viagem até ao mercado; depois de pouco tempo, e já voltando, encontrou o comerciante morto. Tinha que encerrar a missão dele aqui na terra como um ermitão residente no mesmo local onde sempre labutou o ganha pão, durante décadas.
Na foto, a Avenida Demerval Lobão nos anos 60, ali do lado dos grandes armazéns de cera de carnaúba, já chegando na BR que passa no centro da cidade. Nesse tempo, na verdade, não passava de uma importante “rodagem” com direito a todos os “catabilos” que lhes eram peculiares. Tomei a iniciativa de “implantar” essa Rural Willys no cenário, por lembrança do que o Simão Pedro atentou que o comerciante tinha uma “bicha” dessa aí, azul. Outro detalhe curioso na foto é a quantidade de veículos com tração nas quatro e, que, na época, transportavam a maior riqueza de Campo Maior, da Zona Rural, até aos armazéns que a exportavam via porto do Mucuripe, em Fortaleza, Ceará: a Cera de Carnauba.
João de Deus Netto
NOS COMENTÁRIOS:
Áurea disse...
Neto,acho que o local da foto não é perto da "rodagem", mas mais ou menos ali por onde hoje fica a Caixa Economica,os animais estão ali por trás dos correios, onde hoje existe o conjunto comercial Prof.Raimundinho Andrade, local que tempos atrás era terreno baldio.Será que acertei?
Simão Pedro disse...
Tem razão Aurea, é isso mesmo, já olhei muito e só consengui encaixar a foto neste espaço.O prédio ainda existe com a mesma estrutura bem pertinho da Caixa.
Foto: MuseudoPaulo&Bitorocara+ Arquivo Blog do Zan
Fui vizinho e cliente do falecido, e acompanhei muita coisa da sua vida. Menino curioso que fui e continuo a ser, ficava observando sempre os acontecimentos da rua.Certa feita do meu observatório, num domingo a tarde avistei nosso amigo taxiando sua potente rural na porta do seu quartinho, chegou meio afobado, com uma velocidade maior que a de costume, parou o carro deixando a marca dos pneus no meio fio. Desceu do carro cambaleante e entrou. Sorrateiramente fui chegando pra tomar pé da situação; verifiquei que o mesmo tinha deixado a porta semi-aberta. Na ponta dos pés fui me aproximando,tremia muito, mas não podia desperdiçar a oportunidade de ver o interior daquele quarto, motivo de curiosidade para toda a rua. Entrei devagarinho, ele não estava ali, onde teria si socado o homem, indaguei-me. Adentrei e com um olhar fotografei todo o ambiente, vi uma rede listrada ali amarrada,um geladeira pequena arredondada, era uma potente Westinghouse, branca, mas um pouco encardida. Um fogão mal cuidado de duas bocas com uma panela de ferro em cima, um par de chinelos em baixo da rede, uma tv preto e branco pequena com um seletor de canal enorme na frente, ao lado da rede uma corda estendida com uma toalha e uma samba canção jogada por cima, arrisquei mais um passo e recuei , o medo era grande, saí correndo dali assustado mas recompensado, fui o único da rua a penetrar naquele quarto. Nada vi de estranho, só encontrei ali muito silêncio e solidão. Ao sair avistei a Rural na minha frente, estava com a porta aberta, que sorte eu tinha, fiz ali minha festa.
Campo Maior perdeu na semana que passou, o mais antigo comerciante em atividade na Demerval Lobão e adjacências: Antônio Moisés Farias, ou simplesmente, “Seu Moisés”. A sua quitanda ficava na Demerval Lobão, bem ali ao lado do Seu Níuso, Armazém Paraíba, BNB... Vendia de tudo ali naquele ponto, sempre calmo e tranquilo atendia com eficiência; dele, fui seu freguês desde os quatro anos. Toda moeda “roubada” da gaveta da farmácia da nossa família, tinha destino certo: corria pro Seu Moisés e pedia, no balcão, as saborosas pastilhas de hortelã e as meladas balas São João; quando o “furto” era maior, arriscava comprar um "Kisuque de morango". Era um homem trabalhador, honesto e dedicado ao trabalho. Na sua vida pessoal era portador de hábitos esquisitos, morava sozinho num quartinho ao fundo do seu comércio e tinha por hobby criar seus gatinhos; lá no fundo do seu quintal contava com um plantel de mais ou menos 300 felinos, segundo o último censo que fiz, mais ou menos há trinta anos. Solteirão convicto, sempre à noitinha escapava para um passeio na sua Rural Willys de cor azul. Que Deus o proteja no seu retorno a pátria espiritual.
Um abraço do correspondente do Bitorocara news, Simão Pedro.
Companheiro Simão, parece que acabei de assistir as cenas de arquivo deste documentário. Valeu! A propósito: Seu Nilson ainda resiste naquele trecho agora tomado por mega stores, banks, confusion transit, and the bad education, with bicylcle and motorcycles em riba do passeio da avenida? É, Zeferino, estão partindo os últimos “moicanos” remanescentes da tribo do meu avô, Seu Dedeus, e de um certo Seu Oscar Duarte... Né não Zan? Sei que tu estás ai escutando por detrás da cortina dos Comentários!
Minha mãe acaba de me contar, por telefone, que meu pai, muito cedo, passou na frente do comércio do seu Moisés que o indagou onde que tinha uma casa para alugar ali por perto; o Zedideus disse que não sabia, no momento, e prosseguiu viagem até ao mercado; depois de pouco tempo, e já voltando, encontrou o comerciante morto. Tinha que encerrar a missão dele aqui na terra como um ermitão residente no mesmo local onde sempre labutou o ganha pão, durante décadas.
Na foto, a Avenida Demerval Lobão nos anos 60, ali do lado dos grandes armazéns de cera de carnaúba, já chegando na BR que passa no centro da cidade. Nesse tempo, na verdade, não passava de uma importante “rodagem” com direito a todos os “catabilos” que lhes eram peculiares. Tomei a iniciativa de “implantar” essa Rural Willys no cenário, por lembrança do que o Simão Pedro atentou que o comerciante tinha uma “bicha” dessa aí, azul. Outro detalhe curioso na foto é a quantidade de veículos com tração nas quatro e, que, na época, transportavam a maior riqueza de Campo Maior, da Zona Rural, até aos armazéns que a exportavam via porto do Mucuripe, em Fortaleza, Ceará: a Cera de Carnauba.
João de Deus Netto
NOS COMENTÁRIOS:
Áurea disse...
Neto,acho que o local da foto não é perto da "rodagem", mas mais ou menos ali por onde hoje fica a Caixa Economica,os animais estão ali por trás dos correios, onde hoje existe o conjunto comercial Prof.Raimundinho Andrade, local que tempos atrás era terreno baldio.Será que acertei?
Simão Pedro disse...
Tem razão Aurea, é isso mesmo, já olhei muito e só consengui encaixar a foto neste espaço.O prédio ainda existe com a mesma estrutura bem pertinho da Caixa.
Foto: MuseudoPaulo&Bitorocara+ Arquivo Blog do Zan
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Tempos Dourados...
FATURAMENTO EM ALTA! - Meus agradecimentos aos leitores do Bitorocara pelo registro do aumento de 130% no faturamento de publicidades no Google AdSense. Agora sim Zan, já da pra "rachar" um refresco de groselha com pão bahia em algum "tiosque" desses ali perto do mercado. Continuem clicando nos anúncios toda vez que entrarem, só assim, e aí, sim, poderemos pensar em da as caras na barraca do Capote. Estes anúncios são assim mesmo: os leitores estão querendo ver quais as novidades do blog, e não, querer alugar casa no subúrbio de Honório Gurgel, no Rio de Janeiro ou se hospedar na Pousada Beco da Lua, em Olímpia, São Paulo - olhaí, Haroldo! Cliquem, olhem, e digam que passam depois porque estão "sem dinheiro agora".
A festa dos amigos do blog Bitorocara será realizada no dia 04 de junho no Iate Clube de Campo Maior, junto com o já tradicional Baile da Saudade daquele clube. Segundo informações do coordenador do encontro, Erivan Napoleão, estão até querendo improvisar um "conjunto" pra dar uma "canja" aos Dragões de Piripiri, com os "músicos" da época, sobre a regência do Corinto Filho que se compromete a fornecer os instrumentos. Notícias de Brasília dão conta de que até o sumido guitarrista, Dr. Carlos “Pardal Torres”, irmão do Dr. James Torres, confirmou presença (Quêdi o Aica?). Vai sobrar também pra mim, que pegarei no pesado: a bateria é o mais desgastante de todos os instrumentos, pra isso, conto com a ajuda dos meus amigos "bateristas", Humberto Neiva, Antônio Cruz Filho (Neném), filho do dono da antiga Agência Cruz, Firfilho Torres (fala pra ele, Gracinha!)... Aviso ao Juvenal dos Amantes: fogoió, te prepara pra nos socorrer; a esta altura da festa das nossas vidas, uma “baqueta” de bateria tem o mesmo peso de uma árvore inteira! Sobre o reforço de prego nos tamboretes, acredito ser dispensável: será muito difícil “curiar” a vida alheia num "sereno" no Iate ou na AABB, a não ser que a gente se aproprie do prédio da Câmara Municipal e improvise uma volta das gostosas tertúlias do saudoso Campo Maior Clube, nem que seja só por uma noite; a manhã de sol seria feita, aí sim, no Iate Clube. Lembrei do belo prédio da Praça Bona Primo, por que, segundo os próprios Edis, aquilo lá é "a Casa do Povo"! Então, o que estamos esperando? É só “desafastar” as mesas e cadeiras deles, espalhar as nossas de plástico, e botar o "conjunto" na mesa diretora do Campo Maior Clube do Povo e dos Bitoroqueiros da BitoroFesta dos Anos Dourados... Arre! Que beleeeza!
(Clique no cartaz, para ampliar).
Arte: Netto de Deus
Quarenta anos depois, e este fenômeno aqui embaixo, ao lado dos Golden Boys, Fevers e outros, ainda arrastam multidões por todas as cidades por onde passam. Sem falar que seus fãs sempre quando vão no site do eterno "conjunto", a primeira coisa que fazem é clicar nos anúncios Googles que estão bem aqui em cima, ao lado.
E o que dizer deste "rock afro" dos espanhois Barrabas, hein Alex Mourão de Vasconcelos? Cara, se o Paulo Nascimento assistir este vídeo, garanto que vai requebrar com o mesmo vigor e estilo de quase quarenta anos atrás.
Ali embaixo tem THE CLEVERS ! Está em MP3 mas é só clicar.
A festa dos amigos do blog Bitorocara será realizada no dia 04 de junho no Iate Clube de Campo Maior, junto com o já tradicional Baile da Saudade daquele clube. Segundo informações do coordenador do encontro, Erivan Napoleão, estão até querendo improvisar um "conjunto" pra dar uma "canja" aos Dragões de Piripiri, com os "músicos" da época, sobre a regência do Corinto Filho que se compromete a fornecer os instrumentos. Notícias de Brasília dão conta de que até o sumido guitarrista, Dr. Carlos “Pardal Torres”, irmão do Dr. James Torres, confirmou presença (Quêdi o Aica?). Vai sobrar também pra mim, que pegarei no pesado: a bateria é o mais desgastante de todos os instrumentos, pra isso, conto com a ajuda dos meus amigos "bateristas", Humberto Neiva, Antônio Cruz Filho (Neném), filho do dono da antiga Agência Cruz, Firfilho Torres (fala pra ele, Gracinha!)... Aviso ao Juvenal dos Amantes: fogoió, te prepara pra nos socorrer; a esta altura da festa das nossas vidas, uma “baqueta” de bateria tem o mesmo peso de uma árvore inteira! Sobre o reforço de prego nos tamboretes, acredito ser dispensável: será muito difícil “curiar” a vida alheia num "sereno" no Iate ou na AABB, a não ser que a gente se aproprie do prédio da Câmara Municipal e improvise uma volta das gostosas tertúlias do saudoso Campo Maior Clube, nem que seja só por uma noite; a manhã de sol seria feita, aí sim, no Iate Clube. Lembrei do belo prédio da Praça Bona Primo, por que, segundo os próprios Edis, aquilo lá é "a Casa do Povo"! Então, o que estamos esperando? É só “desafastar” as mesas e cadeiras deles, espalhar as nossas de plástico, e botar o "conjunto" na mesa diretora do Campo Maior Clube do Povo e dos Bitoroqueiros da BitoroFesta dos Anos Dourados... Arre! Que beleeeza!(Clique no cartaz, para ampliar).
Arte: Netto de DeusQuarenta anos depois, e este fenômeno aqui embaixo, ao lado dos Golden Boys, Fevers e outros, ainda arrastam multidões por todas as cidades por onde passam. Sem falar que seus fãs sempre quando vão no site do eterno "conjunto", a primeira coisa que fazem é clicar nos anúncios Googles que estão bem aqui em cima, ao lado.
E o que dizer deste "rock afro" dos espanhois Barrabas, hein Alex Mourão de Vasconcelos? Cara, se o Paulo Nascimento assistir este vídeo, garanto que vai requebrar com o mesmo vigor e estilo de quase quarenta anos atrás.
Ali embaixo tem THE CLEVERS ! Está em MP3 mas é só clicar.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Jovem Guarda & Love and Peace...
A PROPÓSITO DO BITOROFesta, RESERVEI UMA BIG SURPRESA PARA OS LEITORES DO BLOG E SUAS EXPECTATIVAS PARA O EVENTO QUE SERÁ REALIZADO NO DIA 04/06/ 2010, EM PLENO FESTEJO DE SANTO ANTÔNIO.
PREPAREM O COPO D`ÁGUA COM AÇÚCAR E ESCUTEM A MÚSICA... ZÉ MIRANDA, ANA LÚCIA E TODA A CURRIOLA: THE CLEVERS ESTÃO LÁ EMBAIXO AFINANDO OS INSTRUMENTOS.
Anônimo disse: Com certeza as componentes da foto são:
Cristina Lima, Fátima Portela, Socorro Melo,Dilma Andrade, Dircinha, Silvia Melo,Conceição Aragão(irmã da Mirtes e Chico Aragão),Maria Alzira Carvalho e Socorrinha Rufino.
PREPAREM O COPO D`ÁGUA COM AÇÚCAR E ESCUTEM A MÚSICA... ZÉ MIRANDA, ANA LÚCIA E TODA A CURRIOLA: THE CLEVERS ESTÃO LÁ EMBAIXO AFINANDO OS INSTRUMENTOS.
Anônimo disse: Com certeza as componentes da foto são:Cristina Lima, Fátima Portela, Socorro Melo,Dilma Andrade, Dircinha, Silvia Melo,Conceição Aragão(irmã da Mirtes e Chico Aragão),Maria Alzira Carvalho e Socorrinha Rufino.
Fotos: MuseudoPaulo&Bitorocara+
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
MÍDIA
Aos interessados a revista custa apenas R$ 5,00 (Cinco Reais!) + despesa postal.
Solicite através do telefone: (86)8859-1315
ou pelo e-mail: belchior56neto@hotmail.com.
Banco do Brasil: 001
Agencia: 1428-1 C/C 8.376.030-X.
Após confirmação do depósito ref. valor da revista+despesa dos Correios, enviaremos a quantidade exigida.
NOSSA GENTE também será encontrada em várias bancas do ramo, em supermercados, farmácias, padarias, etc.
Solicite através do telefone: (86)8859-1315
ou pelo e-mail: belchior56neto@hotmail.com.
Banco do Brasil: 001
Agencia: 1428-1 C/C 8.376.030-X.
Após confirmação do depósito ref. valor da revista+despesa dos Correios, enviaremos a quantidade exigida.
NOSSA GENTE também será encontrada em várias bancas do ramo, em supermercados, farmácias, padarias, etc.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Quanto riso, oh, quanta alegria...!
Em foto enviada pela Gracinha Torres, vemos o apronto do Bloco das Colegiais da Casa Inglesa, extinto estabelecimento comercial que se situava onde hoje está o Banco do Brasil. Para legenda, só temos a Isaurinha Bastos segurando o mastro do estandarte, e, mais na frente, a Socorrinha Lustosa e a dona do álbum fotográfico, Gracinha. Quem serão as outras súditas da loja de sua majestade?Carnaval peso pesado
Os Momos se despem das protocolares vestimentas reais e caem na gandaia bem ao estilo dos seus súditos. O saudoso Paulo Bona Andrade está nitidamente admirado com o entusiasmo do rei hawaiano Helmolulu, com o animado carnaval que se brincava em Campo Maior.E não esqueçam de tamborilar uns cliques nos anúncios Google, aqui do lado.
E como não existe mais carnaval em Campo Maior, e como os ânimos andaram mais do que acirrados por estes dias aqui no Bitorocara, nada mal ouvir este hino que embalou tantas alegrias nos nossos antigos carnavais.
Fotos: MuseudoPaulo&Bitorocara+ Gracinha Torres.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Letras de Luto...
Filho de Antônio José da Cunha e Mariana Leite Cunha. Poeta, radialista, contador de “causos”, político, comerciante e lavrador. Cunha Neto se iniciou em “cordel” em 1944, onde foi sócio da Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel, da Academia dos Poetas de Uruguaiana [RS]; da Federação Brasileira dos Poetas do Brasil, Brasília [DF]. Publicou 130 folhetos dessa literatura. Membro da Academia Campomaiorense de Arte e Letras – ACALE. Cunha Neto deixa esposa Ana Oliveira Cunha e os filhos Ana Maria, Maria Gorete, José Cunha Filho e vários netos.O espelho dágua reproduz a cristalina imagem
Que mergulha no tempo e se perpetua
Cabeça recostada ao ombro a clamar acolhimento
Peito arfante oferecendo abrigo
Mão estendida sustentando o ombro amigo
Olhares perdidos no horizonte
União de almas que se encontram.
Simão Pedro
Na foto - Amigos para sempre: José da Cunha Neto, Antônio Andrade Turuka e Antônio Músico Bona Neto.
Manezinho dos Carnaubais...
Manezinho é o termo popularmente utilizado para designar os nativos de Florianópolis, capital do Estado de Santa Catarina. O termo pode se estender também aos que nasceram na Região Metropolitana da capital (Floripa). A Figura do manezinho foi moldada na região praieira da ilha habitada por “caiçaras” (litorâneos, pescadores) vindos da região do aquipélago dos Açores português. O maior tenista brasileiro, Gustavo Kuerten se declarou manezinho da ilha, após vencer o Torneio de Roland Garros, dignificando este termo.Tudo isso explica o título do post sobre o catarinense Edson Krastsmer Varão (no destaque), zagueirão do Comercial Atlético Club nos anos 60, na cidade de Campo Maior. No entanto, ficarei devendo uma boa atuação nesta partida disputada pelo blog, porque, até hoje, não consegui entender que esquema tático implantou um jogador vindo do outro lado deste imenso país.
Na súmula do juiz deste jogo, por certo, estava lá rabiscado: Procurar algum diretor do time azul pra saber dadonde diaxo tiraram este fogoió e cuma ele chegou aqui nestas paragens!
Procurei uma das filhas do jogador; fui prontamente atendido pela Márcia que me forneceu estes dados:
“Papai nasceu em Florianópolis-Santa Catarina em 17/11/1943 e faleceu em Teresina[PI], por motivo de embolia neoplásica (câncer), em 25/03/2009. O nome de seus pais: Agnelo de Freitas Varão e Ruth Krastsmer de Freitas Varão. Irmãos: Getúlio, Wilson, Maria da Conceição, César, Vítor (falecido). Filhos: Ana Ruth, Jefferson, Márcia, Mércia e Miriam Varão”.
O Edson foi uma dessas coincidências que encontrei e estabeleci amizade, lá no Mocambinho. As filhas e a falecida esposa também sempre foram amigas da família chefiada pelo meu sogro Zeza, um campomaiorense e comercialino como seu irmão, ex jogador azulino, Chiquito. Lembro do fogoió jogando, mas confesso que me concentrava mais no Vicentinho, Escurinho, essa turma do meu Caiçara; do Edson, lembro que era um magro véi que chegava junto, viril e eficiente. Dessa fase do Mocambinho, o encontrei tomando toodas, lambendo os beiços e polemizando em tudo que via e ouvia! Abandonou a bebida, ficou viúvo, e passou a cultivar o "vício" de jogar dama lá no mesmo barzinho onde enchia a cara. A bola do zagueiro catarinense virou uma "dama" que, pouco tempo depois, foi trocada por uma Bíblia.O Edson morreu evangélico.
Fotos: MuseudoPaulo&Bitorocara+
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