quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Grandes tardes, ótimas pelejas...


Olá, João de Deus Netto, me chamo Márcio Nocrato , sou sargento da marinha e campomaiorense nato, nasci na maternidade Sigefredo Pacheco em 29 de abril de 1971, sou sobrinho da Sra Raimunda Sales que é enfermeira do Samdu e tem uma funerária no centro dessa linda cidade. Atualmente resido no Rio de Janeiro, recentemente descobri seu blog e nunca mais deixei de dar uma espiadela, gostaria de contribuir com essa foto do esquadrão do Comercial, em 1970.

Nessa foto está meu pai, Dnajá Nocrato que atualmente com 64 anos reside na cidade de Paracuru-CE , ele jogava na zaga.

Escalação desse timaço.
Em pé, da esquerda para direita estão:
ZÉ CARLO – TOINHO – DNAJÁ - AUGUSTO CÉSAR – ELIALDE - ZÉ MOURA

Agachados da esquerda para direita estão:
FLOR – LUÍS Francisco – DECA – BAIANO - SEBASTIÃO

Saudações aos campomaiorenses,
Márcio Nocrato

@@@@

Craque na bola, craque na escola...

São Paulinho Futebol Clube

Formação do tricolor culumin papão do Deusdeth de Melo:

Em pé:
Diretor-técnico (rsrs) e craque de bola, Júlio, do Comercial; Carlinhos (irmão do saudoso Marreca), Toinho, Chico, Antônio Neto, Gatinho... Neto, tem algo errado com a escalação dos goleiros. Nada não, o Belchior apita já!
Embaixo:
Mariola, Agamenon (não é o prof.), Dedé "vira tripa", Bitonho, Fulor, Piaba e o ágil e entortador "Cabeçinha"!

Foto cedida pelo Antônio Neto, magro e eficiente lateral direito desse time, segundo o "Mundico" Belchior.

7 comentários:

Antonio de Souza - De Cuiabá disse...

Lembro de todos esses craques do glorioso Comercial, especialmente o lateral-esquerdo (hoje, a nomenclatura do futebol diz que é ala esquerda) Zé Moura (ou Chaguinha), filho do dr Chagas Moreira, eminente advogado. Eu era vizinho de Moura: morava na Rua Padre Fábio (Rua do Sol) e ele, na Avenida Vicente Pacheco. Jogamos muita pelada na Baixona, antes de ele entrar no futebol profissional. Nessa época, o Edmar, futuro craque do Comercial e do Ríver (é isso mesmo?), era um amigo comum, desde a infância. Infelizmente, ele já não está mais entre nós. Eu o admirava muito o Zé Moura, principalmente quando ele promovia torneio de futebol de botão em sua casa.
Caro, Márcio Nocrato, lembro de muita gente desse time do São Paulo. Na época (pela idade dos craques), eu jogava no Vasquinho (apesar de ser Flamengo doente), que reunia os jogadores mais "caros" da Rua do Sol - entre os quais, eu e o Netto de Deus...
Quando vc nasceu, Nocrato, eu tinha 14 anos, e seu pai, Dnajá, era um dos ídolos do Comercial, que muitos de nós gostava de imitar.
Valeu pela lembrança de um tempo bom demais.

zan disse...

Eu fui da diretoria, vice-presidente, acho, quando essa curriola fez figura aí pelos idos dos anos 70. O problema era quando o Vespasiano e o Mestre Antonio das Neves me botavam pra vigiar os caras nas vésperas de jogo, na zona boemia da cidade... Eu saia com os cara pra Santo Antonio, aí tu já viu como esses cras ficavam bem vigiados... Eu e o finado Marreca, e o Capote de contrapeso, pra não deixar essa turma virar a noite por alí... com tudo isso, foi vice-campeão, se não me engano, ganhando do Tiradentes dentro do Albertão...

José Miranda Filho disse...

Sem dúvida, Márcio Nocrato, esta foi uma das melhores formações do Comercial. E seu pai está na história deste tradicional e querido clube. Dnajá e Elialde compunham uma barreira na área comercialina. Inspiravam confiança aos torcedores, entre os quais eu.
Um abraço alviceleste!

zan disse...

Márcio, você também tem de que se orgulhar por ser filho de uma pessoas que eu muito admiro e que volta e meia reencontro por aqui e recordo do tempo em que trabalhamos juntos na prefeitura, em 1967/8. Eu falo da hoje poetisa Francisca, que mora hoje em Teresina... Sua mãe, como o seu pai, deixou na cidade uma legião de amigos, entre eles o nosso primo irmão ZéMiranda...

SEUNINGA disse...

Que vergonha, fui ver meu comercial jogar em Alto Longá e voltar com uma derrota.
Tomara que ele derrote o palmeiras.

José Miranda Filho disse...

O ZAN com a razão, Márcio, você tem dois motivos pra se orgulhar. Dnajá foi destaque no futebol, especialmente no Comercial. A Francy (Francisca), na poesia e no radialismo. Estivemos juntos na saudosa Rádio Clube de Campo Maior. Eu redigia o noticiário, e ela o apresentava, fazia sua leitura no horário da noite. Um instante cômico: como todo mundo comete deslize, a Francy teve o seu, mas antes tive o meu, levando a colega a se atrapalhar. Certa vez, havendo eu redigido "primogenito" (sem o circunflexo mesmo), ela leu a palavra como estava, isto é, paroxítona; foi uma risada uníssona dentro da emissora. Fiquei comigo pensando: isso só sobrou pra mim (afinal, era o redator). Isenção para a locutora. No fim do ano passado, ela me enviou mensagem natalina e de ano novo em forma poética.
Eu não sabia desta: o Comercial, campeão piauiense, em cuja condição representará o Estado na Copa do Brasil (juntamente com o Barras, vice-campeão) apanhar em Alto Longá!!! Vai levar de quanto do líder do campeonato paulista???!!! Assim, não dará pra ir ao Albertão, gente!

José Miranda Filho disse...

Fui ontem, sábado à tarde, ao Estádio Albertão a fim de constatar as reais condições do Comercial para enfrentar o Palmeiras, pela Copa do Brasil. Foi um jogo-treino, com o Piauí Esporte Clube, o tradicional Enxuga-rato, que fez tanto sucesso no passado e atualmente se tornou clube pequeno. Pouca gente na praça esportiva, não vi nenhum conterrâneo conhecido; presentes apenas uns gatos-pingados, raras camisas alvicelestes; a maioria era de curiosos de Teresina mesma. O Bode iniciou o jogo devagar, meio sonolento, transmitindo a sensação de que está longe de poder atuar contra um clube como o alviverde paulistano. Marcou um gol no primeiro tempo e perdeu uns dois "feitos". Começou o segundo tempo mais devagar ainda, mas, do meio para o final, realizou algumas jogadas de efeito e conseguiu mais três tentos; novamente, desperdiçou um embaixo da trave. Venceu por 4x0. Valeu?

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