quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

DOIS HERÓIS DA BATALHA DO JENIPAPO

Elmar Carvalho

Os que desejam empanar a Glória da Batalha do Jenipapo, como se um caco de vidro pudesse ofuscar o fulgor do Sol, afirmam que o comando dos Heróis do Jenipapo teria cometido um erro de estratégia, pois deveria ter adotado a tática de guerra de guerrilha. Tenho a convicção de que tal assertiva não procede. A topografia do percurso de Piracuruca a Campo Maior não é acidentada; ao contrário, é composta de tabuleiros e chapadas, sem desfiladeiros e sem elevações relevantes. Também não possui densas florestas, mas apenas uma flora rala, aberta, o que não é um cenário propício para uma guerra de guerrilha, que se fundamenta em surpreender o inimigo, sobretudo em locais desconhecidos por ele, através de armadilhas e emboscadas e ataques relâmpagos e furtivos, que mais se acomodam a terrenos acidentados, como serras, socavões, desfiladeiros, gargantas, e florestas fechadas. E essa não é a paisagem do trajeto percorrido pelas tropas de Fidié. De qualquer sorte, a tática de guerra de guerrilha foi usada, sim, tanto pelo tenente Simplício José da Silva como por outros comandos, porém posteriormente à Batalha do Jenipapo, em terreno mais adequado a essa metodologia bélica. Portanto, o senão apontado não passa mesmo de um senão desprezível, diante da grandeza épica, do sacrifício altruístico e do idealismo patriótico dos Heróis do Jenipapo.
O tenente Simplício José da Silva é uma das grandes admirações de monsenhor Chaves, tanto que é uma das figuras de destaque de seu livro "Apontamentos Biográficos e Outros". Diria que é um dos mais notáveis campomaiorenses, uma vez que foi um dos maiores heróis da Batalha do Jenipapo. Mesmo após esta, continuou no encalço de Fidié, fustigando-o, em verdadeira guerra de guerrilha, nas escaramuças que lhe armava. Aliás, com essas e outras escaramuças e com a apreensão da bagagem bélica de Fidié, a vitória deste terminou sendo uma verdadeira vitória de Pirro, porquanto teve que fugir ao seu desiderato e roteiro original, que demandava Oeiras, seguindo para Aldeias Altas, hoje Caxias - MA, onde foi sitiado e derrotado, com a participação decisiva dos Heróis do Jenipapo. Após a luta, o caos se instalou na Vila de Santo Antônio do Surubim dos campos maiores, como costuma acontecer após grandes lutas, através de assaltos, assassinatos e outros crimes. Quem restabeleceu a ordem e o império da legalidade, com mão firme e enérgica, foi o nosso heróico e bravo tenente Simplício José da Silva, que hoje jaz no mais completo, injusto e lamentável esquecimento, não fora a obra de padre Chaves, a resgatá-lo das lamacentas águas do Letes da História.
Também não pode ficar no esquecimento Lourenço de Araújo Barbosa. Rábula inquieto e combativo. Idealista abnegado, um dos maiores propagandistas de nossa Independência, através das pregações que fazia e dos panfletos que publicava e distribuía, tendo mesmo chegado ao ponto de fabricar pólvora em Campo Maior. Foi perseguido pelo seu idealismo, mas se manteve firme em sua trincheira publicista, podendo ser considerado um dos grandes heróis da Independência do Brasil em terras piauienses.

Elmar Carvalho - Juiz de Direito, poeta, cronista, contista, crítico literário, acadêmico, e piauiense de Campo Maior

Os "Dideus" nas Batalhas

João de Deus Netto

Meu bisavô, João Cândido de Deus e Silva, foi alferes na Guerra do Paraguai. Vi a farda quando a encontraram em um baú na casa da minha vó Luiza, por ocasião da sua morte, lá na Rua do Sol (Padre Fábio); foi uma dificuldade pra tirá-la do baú; estava pronta pra se fragmentar pelos fungos da velhice; essas coisas. Se não me engano, depois de restaurado, esse uniforme foi parar no tal “museu do jenipapo”, quando da inauguração do monumento - era o propósito; não sei se foi concretizado.
O surpreendente nessa história, Elmar? Meu bisavô, pai do Dideus; avô do meu pai Zé Dideus, também tinha o mesmo nome do Juiz de Fora de Parnaíba e figura de destaque desse movimento libertário, João Cândido de Deus Silva (os Dideus da época eram bem belicistas!). Tal qual o paraense da batalha, o João Cândido de Deus e Silva, da Vila de Campo Maior tinha sangue português; só que, lutou pelo já independente Brasil.
Estava “profetizado” com sangue, então, que, 184 anos depois, outro Dideus tinha que fazer numa tal de internet, um panfleto eletrônico(?) com essa finalidade: contar da história e dos costumes do povo de Campo Maior.
Estou tentando. Na Paz!

44 comentários:

zan disse...

O que me preocupa nestas matérias sobre a Batalha do Jenipapo é que todo mundo leva isso muito a sério. Não que o fato em si não mereça que se trate aquilo assim, mas a coisa me dá um certo medo porque eu com a minha irreverência senil gosto de fazer brincadeiras literárias com a ilustre batalha. Não se levem muito a sério, amigos, não me levem a sério pelo amor de deus...senão eu não consigo ter coragem de tentar publicar em folhetim linkado do blog, o meu aguardado "romande histórico" em que se faz alusão a fatos e personagens históricos importantes da Batalha...

Alecrim disse...

Manda ver, companheiro ZAN! Eu e a torcidas do Caiçara, do Comercial e do Artístico estamos ansiosos por este romance histórico recheados de hilários acontecimentos que acontecem em todas as paragens do planeta história. Não alise os couros dessa gente não. Cê vê que a revolução francesa era um palco de comédia.Espera aí: tinha chifre também nessa parada? Ah bom, só dos bois da nossa Vila de do Surubim! Esse negócio de chifre é com outra Vila, 90km ao Norte!
Rapaz o Netto tem DNA jenipapês!!!
Valeu Netto Dideus!

Anônimo disse...

Zan, estava eu lendo essa história da Batalha do Jenipapo e nossa história de Campo Maior através de várias matérias aqui já colocadas, nesse blog, enviado pelo amigo Ricardo Reis, e sempre ficava pensando em por quê não atingirmos mais os meio de comunicações nacionais com nossas histórias??? Sem permissão sua iria mandar essas informações a produção do Programa do Jô,para que eles entrassem em contatos com você e quem sabe, você mostrar para o Brasil uma parte da história da Independência que muitos brasileiros não conhessem, mas com essa,tb aguardarei o "romance histórico" e depois farei esse contato com a Rede Globo. Abraços e continue ensinando ao povo campomaiorense a verdadeira história de nossos valentes heróis.

Anônimo disse...

SÓ FALTOU O JUÍZ ELMAR TAMBÉM DIZER QUE, DIGA-SE AUTOENTITULAR-SE, DE "HISTORIADOR" PARABÉNS PELA MODÉSQUA. JÁ O JOAÕ ALVES , NÃO A TEM. MAS ISSO AS PESSOAS FAZEM POR QUE JÁ SÃO HIPNOTIZADAS PELO 'CLERO' QUE NUNCA DEIXAVA QUE FOSSE CRIADAS CADERAS DE HISTÓRIAS NAS UNIVERSIDADES DO BRASIL E DOS PAÍSES QUE ELA DOMINAVA. ALIÁS, AS UNIVERSIDADES ERAM DELA. VC JÁ APONTOU PRA ISSO ESCRITOR ELMAR?-- EDSON P. NEVES.

Anônimo disse...

ZAN, CARA! PARABENS PELA SUA PREOCUPAÇÃO. FALAR NISSO CUIDADO PRA NÃO ENCHER DEMAIS A BOLA DO LEONADO CASTELO BRANCO, PORQUE ESSA 'CLÁSSICA' VERSÃO AÍ FEITA POR ELES MESMOS E POR AQUELE "CLERO" ESTÁ EM QUEDA LIVRE.

Anônimo disse...

zAN EM CAMPO MAIOR TEM MUITA GENTE FORMADO EM HISTÓRIA E SE FORMANDO TAMBÉM , SÓ A UESPI( CAMPUS DE CAMPO MAMIOR) TEM ATUALMENTE 4 TURMAS ESSE PESSOAL TALVEZ PODERÃO LHE DEIXAR POR DENTRO DE CERTAS " HISTÓRIAS" QUE AS FAMÍLIAS GRANDES + IGREJA NÃO DEIXAVAM SEUS 'HISTORIADORES' PASSAR PARA SEUS LIVROS. FALOU? ZAN ADMIRO VC.

Washington Araújo disse...

Zan,
Parece que nossos bravos estudantes de história têm uma irresistível tendência ao anonimato. Repare que todas as manifestações são de "anônimos".

Abdias Nunes - De Brasília disse...

Já que os pseudos doutores em história de Campo Maior não teem nome, vamos dar nome aos verdadeiros historiadores do Piauí:
Alencastre, Pereira da Costa, Abdias Neves, Monsenhor Chaves, Wilson Brandão, Odilon Nunes, Cláudio Bastos... Tá vendo porque eles são reconhecidos? Teem nome, reconhecimento e credibilidade!
No mais, não é história, é conversa fiada pra Equus asinus drumir.

zan disse...

Caras, é super engraçado, pra dizer o mínimo... Claro que eu não tou querendo gozar com a cara de quem leva a sério a história do Piaui, Batalha do Jenipapo, etc.. Defendo que cada um faz o que quer do jeito que quer... Eu só quero é me divertir e não tenho nenhuma pretenção de desqualificar quem quer que seja pela forma como aborda e trata o que trata... Respeito todo mundo que manda comentários anônimos ou não sobre as matérias do blog. A galera que tá torcendo pelo "romance-histórico", pelo amor de deus, não vejam aquilo lá como coisa séria, arte ou literatura que se possa considerar como tal... É só uma brincadeira mesmo...

Anônimo disse...

Zam , mas quem é que sempre usa a literatura e as artes em geral pra manipular?

Anônimo disse...

Abdis Nunes,seus citados são mesmo 'caras' no ecrever literaturas sobre a história do Pi a academia de história os usa e os reconhece, mas com as ressalvas, de ourtas correntes. porque tudo tem que ter outras correntes( só o termo CATÓLICO é que que dizer mundialmente único) vc entende né? E a maioria daquelas metodologias foram criadas pelos caprichos católicos.Lei a atual bíblia da história do piauí, o livro: HISTÓRIA E HISTORIOGRAFIA (ORG: Alcides Nascimento & Arnaldo Vainfa, edições Bagaço, teresina/recife , 2006.)

Anônimo disse...

Netto tua famíla cometeu uma burrice, primeiro porque """""'reformaram"""""""" a peça e ao doá-la ao museu vCS não podem mais comprovar essa descendência. Ou a intenção era essa mesmo para fazer como a Igeja 'chatólica'???? Tô entendendo!!!

Iolanda, de São Paulo disse...

O legal desse ótimo blog é que tem de tudo: cultura, esporte, e como somos de Campo Maior, não poderia faltar o nosso jeito criativo de fazer pilhéria, humor mantendo o bom nível. Eu me instruo ( não é menstruo!) e me divirto muito, ainda mais quando se está longe da nossa querida Campo Maior.
Parabéns João de Deus Netto e seus comentaristas também.

zan disse...

Anônimo, a gente vive o tempo todo manipulando e sendo manipulado, através seja do que for, principalmente das relações pessoas, concorda? A gente tem é que ficar esperto pra não se deixar manipular de forma a que não usemos as manipulações dos outros para manipulá-los também... É tudo uma brincadeira de esconde esconde e sem maiores maldades a gente pode se divertir sem grandes danos. Vai por mim que eu sou mais velho nessa arte e noutras...

zan disse...

Castelo branco pra mim é a mesma coisa que castelo preto, amarelo, cafuzo, mulato. O pessoal de história da uesp pra mim é tudo castelo branco, preto,vermelho, marron, cor de rosa (epa!)... Anônimos que se sentem bem assim devem ficar se assim lhes apraz ficarem... Pra mim não faz muita diferença...

Fórum de Arte&Cultura do Piauí! disse...

O blog é muito bom!
Parabéns!!!

Anônimo disse...

Zan você é uma personalidade me gosto de seus comentários. O problema é que vc entende o que é/são manipulações, mais o grande povo que não entente? O "anônomo".

Anônimo disse...

Elmar Carvalho vc sabia que os dicionários brasileiros desqualificam a acepção dada ao termo " GUERRILHA"? Pois é, o difinem em linhas gerais como " táticas de emboscados" mais isso foi coisa da ideologia dos anticomunista Vargas e mais recentemente pelos pós-64. para usar contra os comunistas por eles mensionarem muito o termo nos seus discursos/ manuais etc . É! Elmar tô vendo que vc bebe tudo dessas 'fontes'. Não foi dessa guerrilha que me referi sobre a Batalha do jenipapo.Vc é um 'homen do seu tempo'(fonte: Sarney) e ainda dá para se acordar sobre tais fontes onde bebemos sem fazer reflexôes.

zan disse...

Cara, se a gente for se basear na burrice do grande povo a gente não véve, entende? O grande povo (não sei nem lá o que diabo é isso, pra ser sincero...) que deixe de ser menos burro de alguma forma...

faustobarros disse...

Olá caros Bitoroqueiros campomaiorenses, sou estudante do curso de História da Uespi. Amo muito este torrão querido, me delicio em conversar com meus conterraneos que tiveram o privilégio de muito me anteceder, de ver e presenciar muitos fatos hitóricos acontecidos no cotidiano da TERRA DOS CARNAUBAIS. Tanto é que ás vezes me atrazo no serviço sempre que passo no comércio do sr. Toinho macambira(com a história do comércio nas décadas de 50 e 40) do sr. Ribamar Barbosa (contador das Casas Marc Jacob) Seu DEMA do Ouro, o Sr. Zé Dideus pai do Neto Dideus, e outros.
Sou tambem condutor de visitantes juntamente com outros estudantes de história e biologia, estamos fundando uma associação de condutores para mostrar e divulgar o que Campo Maior tem de belo e atraente. Estamos acreditando nisso.
Aguardem, em Maio tem o FESTIVAL GASTRONOMICO, não sei ainda os dias mas prometo pesquisar e repassa-los através deste blog.

Fausto Barros disse...

Há!!! Zan, um dia desses(segunda dia 02 deste)vi você entrando no mercado municipal no setor cereais e ia um pouco apressado me esforcei pra acompanha-lo mais o perdi de vista. Seria um prazer em conhece-lo pessoalmente. Ou melhor Tenho quase certeza que era voce Zan.

Há! Neto sempre quando visito a casa de seus pais falo a eles que admiro seu trabalho e a paixão que tem por Campo Maior. Sempre que posso estou dando uma olhada no Bitorocara.

Fausto Barros disse...

Caro Abdias Araújo e Washington, quanto ao anonimato de acadêmicos do curso de história aqui da Uespi talvez não eu possa responder por todos, mas lhe afirmo que alguns estão se empenhando em pesquisar a história de Campo Maior. A coisa não é muito fácil existe entraves, dificuldades, as fontes são meias escassas e ainda que em qualquer curso seja lá em que área for existem aqueles que entram num curso apenas pelo diploma mas que tem pouca, ou nenhuma afinidade com o curso.
Este curso veio a este Campus com o propósito de resgatar a bela história desta terra maravilhosa inclusive eu participei da reunião proposta pelo diretor do campus, professor Cezar Robério, pra que fosse feito o pedido à UESPI para ser instalado um curso de História onde é um curso de licenciatura, mas hoje esses cursos tem em sua grade curricular as mesmas diciplinas que existe nos cursos de bacharelatos dando assim o direito a estes graduados a atuarem tambem no campo da pesquisa histórica.
Vários debates foram realizado emvolvendo vários temas como A PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO, participando assim, algumas autoridades politicas. Percebe-se que já surtiu algum efeito no que diz respeito a este tema pois já foi aprovado a lei de preservação do patrimonio histórico, coisa que não existia, mas que ainda deixou muito a desejar pois fizeram às pressas e aprovada pelos "belos epresentantes do povo" coisa que já estamos questionando, debatendo.
Abraço à todos os "Bitoroqueiros"

Fausto Barros disse...

Muitos, dos historiadores, principalmente hoje, primam por uma História que segue uma linha de pensamento da chamada "Escola dos ANNALES tendo como um de seus pricipais representantes os franceses Lucien Febvre e Marc Bloc, posteriormente conhecida como "Escola Nova" onde passaram a dar prioridade aos temas que antes era considerados "irrelevantes" como a história do cotidiano de uma sociedade, a história contada pelo vencido, a história do coletivo, a chamada história "vista de baixo". Estes pesquisadores começaram a se distanciar, em alguns aspectos, de uma outra linha de pensamento chamada POSITIVISMO, essa conta apenas histórias glamurosas de reis e rainhas, não dos súditos, do vencedor e não dos vencidos. Essa linha de pensamento era seguido em todas as áreas das ciências baseia-se nas leis naturais na exatidão como na matematica, biologia (Ciências exatas) inda hoje perdura em grande parte de nossas escolas, em muitos livros didáticos, em muitas universidades.
A história que nos foi repassada é baseada nos feitos heróicos dos grandes como Napoleão Bonaparte(será que essas batalhas vencidas foi ele sosinho, e os soldados onde estavam). "O grito do Ipiranga" como é bem frizado por muitos historiadores, será que foi da forma como aprendemos. A história da escravidão negra no Brasil é contada apenas pelo ponto de vista do senhor, do branco do preto apenas pela oralidadade, haja visto em quase sua totalidade não saberem escrever.
A HISTÓRIA que me emociona é a história do cotidiano do vaqueiro, do homem simples do campo, a História contada não somente pelos registros oficiais mais tambem pela oralidade repassada de geração em geração.
E é isso ai...
desculpem-me se me estendi muito não sei nem se é conveniente fazer tal coisa... mas, um abraço do campomaiorense.

Anônimo disse...

É isso aí Fausto a história hoje tem essa linha . De não mais endeusar/endiabar quem quer que seja. Ela ´hoje é ciência sosial pura! Como ja dizia ha um século BERtolt Brecht no poema " HISTÓRIA DE UM TRABALHADOR QUE LÊ"

zan disse...

Fausto, vc. é mais tímido do que eu, pelo visto... Não tenha medo de se aproximar de mim, cara, tenho um ar assim meio estranho mas não ofereço maior perigo a quem se aproxima... Hoje mesmo conheci e conversei e troquei celular com o Celson, que escreveu a monografia sobre a rua Santo Antonio... Repito aqui meu telefone e e-mail pra qualquer um que me procure pra conversar: 9929-2822, zeferinoneto7@hotmail.com. Tou aí por conta de vcs...

Netto - BitorocaraNews disse...

Fausto, por favor, entre em contato comigo por E-mail. Pode ser?

Anônimo disse...

Viram só o escritor ELMAR CARVALHO não sabe que o termo ' GUERRILHA' teve a acepção distorcida e minimizada no léxico ocidental. Mas isso é normal ele teve sua grade educacional no período da Ditadura Militar que a mando do sistema CIA/CLEROS/captalistas esvaziou o ensino e matou o tino filosófico de uma geração e meia.

Pedro Lima disse...

Olha não sou doutor mas o que esse espaço tá fazendo pra mostrar o que nossa estória tava jogada pro esquecimento pra mim já tá bom demais. Eu gosto muito deste site.

JOÃO PEREIRA disse...

Dr. Elmar,

Que culpa tem alguém da grade curricular de seu tempo?
E os abestados ainda têm medo de dizer quem são.
A inveja vai matar alguns anônimos.
Como diziam os antigos, os cães ladram e a caravana passa.

Anônimo disse...

É João Pereira(???) toda "CARAVANA PASSA" inclusive a "caravana" dos que 'reproduzem' sem filosofar,aliás até a "caravana" dos deditadores(1964-85) que 'mataram' os currículos do ensino brasileiro também já "passaram".e a geração que foi re-des-curriculada precisa se recurricular, do contrário vai virar " caravana" antes do tempo útil.Lembrando que nossos Ditadores,como diz o anônimo, apenas operacionalizaram o que as religiões/cia/ empresários queriam .E, acrescento ao colega anõnimo que não foi só no ensino que esses sistemos botaram cobertura.Ah! você ainda é do tempo da inveja?(essa caravana também já passou) Vc também foi alienado pelo credo que inventou o inferno,a "inveja" etc (só para acabrestar o povo). Dejeso-lhe: Reflexôes.

Anônimo disse...

O escritou Elmar carvalho, sabe disso afinal ele não toca mais no poema "EL PACIFICADOR????????????" certos pontos de vista contraditante serve para ele se restruturar com mais metodologia , sem reproduzir segamente aquilo que foi imposto à geração dele. O que tá na vez é o poema "El Matador" de O. Rego.

zan disse...

ô briga boa, caras,mas tenho a impressão que El matador é do hdobal... que o amaral fez uma ilustração fantástica, ninguém sabe o que é mais extraordinári,se o poema ou a ilustração. Mas eu olho pro meu curriculum e, honestamente, um cara que fez o supletivo do 2o. grau no cesas em brasília, respondendo a um provão de múltipla escolha, tem mais é que ficar calado...

Anônimo disse...

Zan é verdade ' El matador' É de H. DOBAL , o anônimo(eu) atualmente tá lendo O G Rego, e cú'fundiusse. e não é briga (lexicamente termal).É só desaparelhamento ideologico.

Anônimo disse...

JOÃO PEREIRA(???) O PRÓPRIO ESCRITOR/JUÍZ ELMAR CARVALHO, SABE QUE "DR"(doutor) não é pronome de tratamento e sim título acadêmico, se fossemos hierarquizar o ensino "Dr" é quem tem algo parecido ao "6° GRAU" não que dizer que quem usa-o apenas "pronominalmente" seja "Dr.". Aliás esse negócio de alguns cursos outrora das 'zelites' se pronominar "Dr" foi uma tática ideológica para ostentar e oprimir/dominar/amedrontar o povo. É verdade que ainda reproduzem isso em casos de magistrados/advogados/eng. mas é porque os ventos que trazem os 'descabrestamentos' ainda não sobraram em alguns membros da cultura de alguns profissionais retrorreferidos. Muitos membros dessas castas(que prestam um grande serviso à sociedade)não mais se "autopronominam" 'Dr'. No caso é uma "CARAVANA QUE TAMBÉM TÁ PASSANDO".

zan disse...

O pessoal da história da Uesp é tudo gente boa, todo dia conheço pessoalmente um. Hoje de manhãzinha depois da primeira arrodiada do açude, em homenagem à data, encontrei em frente à pousada do lago, Fausto e Neto e mais de quebra um biólogo... Papo pra dois mil anos mas eles iam levar uns turístas pra conhecer o monumento e o cemitério...

Pereba disse...

Anônimo,lexicamente termal e desaparelhamento ideológico, num dá pra mim não. Sou mais um piqueiro de piqui com uma ruma de côfo de farinha da tocaia.

JOÃO PEREIRA disse...

Concordo com o Pereba.
Vamos pegar um toucim de porco para fazer torresmo, misturar com um côfo de farinha da tocaia e fazer uma boa farofa para comer com piqui.
Lexicamente termal, vade retro.

Nasaré disse...

Caro Zan,

Parece que temos algo em comum. Procurando pelo bisavo da minha mãe, João Candido de Deus e Silva que participou da batalha do Jenipapo percebi que é o mesmo nome do seu bisavo. Como faço para entrar em contato com você para verificar o nosso parentesco, pois nasci também em campo maior e não tenho informaçôes da minha família de lá?

Anônimo disse...

Os anônimos gostarum da Gramática do PEREBA. É iss'aí mermu. Essa é mesmo a nossa lingua original, ou seja que ainda não foi 'aparelhada' pelaszélites. Sabe aquele negóçu de escrever dito "cultamete' alí foi uma forma de barrar o povo de seus dotes cum a pena/caneita. Quem não lembra de 'em redação não pode repetir palavra'... e por aí vai.

Anônimo disse...

Viu como o "Inônimu" já libertou o Jão perera do 'apalhelhamento'? recomenda-se beber na fonte de Mario Forley Schimitt ( um dos maiores "desaparelhadores" do brasil atual) recomendação válida tambem pra escritor Elmar Carvalho.

zan disse...

Nasaré, me desculpe por só hoje ter visto o seu recado pra mim. Quem sabe a gente é parente e não sabe. Bom, por parte de pai, descendo dos Lopes Duarte de Batalha Pi. De mãe dos Alves Barros Oliveira, de Pedro II. São as pistas que eu tenho.

zan disse...

Assisti na sexta à cerimônia do aniversário da Batalha. A encenação foi muito bem feita, pelo pessoal do Grupo Harém, de Teresina, dos amigos que não tinha vista ainda, Arimatan, Airton, Fábio, Pelé e outros. A nota hilário dos figurinos foi o legítimo terno yuppie do Leonardo Castelo Branco... Brincadeira do pessoal do Harém... Ou o figurino original se perdeu na viagem.

zan disse...

Nasaré, acho que exist um parentesco remoto talvez entre mim, você e o Netto. De qualquer forma entre em contato comigo pelo meu e-mail:zeferinoneto7@hotmail.com, pra gente apurar isso. Preciso ir a Batalha pra apurar uma conversa do meu avô Francisco Lopes Duarte, de que éramos descendentes de fidalgos portugueses, que apareceram por cá no século XIII. Meu avô tinha pose e se vestia como um fidalgo, paletosinho, colete, sapato sob medida, bengalinha e chapéu côco, parecidíssimo com Euclides da Cunha. Um dândi que tinha um fraco por viúvas...

O Velhinho in: disse...

Vejam só a diferença entre os valentes brasileiros que deram suas vidas pela pátria e os covardes virtuais!... Aqueles botaram o peito no front, estes esconde-se covardemente atrás da tecnologia para falar besteiras e imbecilidades!... TODO ANÔNIMO QUE NÃO ESTEJA PRESTANDO ALGUMA UTILIDADE PÚBLICA, E ESCONDE-SE POR MODÉSTIA, É DIGNO DE ADMIRAÇÃO E RESPEITO!... MAS O SAFADO QUE DIZ O QUE QUER SE ESCONDENDO POR TRÁS ATÉ DA SAIA DE UMA MULHER, E COM UM PORTUGUÊS DIGNO DE UM ET ANALFA DE PAI E MÃE, E PIOR AINDA SE FOR UM ESTUDANTE [O QUE PARECE NUNCA TER SIDO, POIS MEUS ALUNOS DO FUNDAMENTAL ESCREVEM BEM MELHOR] SÓ MERECE A EXECRAÇÃO PÚBLICA! NOJO E REPÚDIO! O ESCROQUE NÃO ESCREVEU UMA FRASE OU TRÊS PALAVRAS SEGUIDAS CERTAS!... E AINDA TEM A CARA DE PAU DE SE MANIFESTAR DE PÚBLICO!?... FALA SÉRIO, NINGUÉM MERECE!... SE ESSA LÁSTIMA FOR NORDESTINA, INFELIZMENTE, AINDA ESTÁ NOS ENVERGONHANDO, PESSOAS DE FIBRA QUE SEMPRE MOSTRAMOS SER PARA O BRASIL E PARA O MUNDO!... VAI ESTUDAR, OTÁRIO, DEIXE DE SER MESQUINHO, INVEJOSO E ZEROS INFINITOS AO LADO NEGATIVO DA VÍRGULA!!!!....
Quanto ao distincto dr. Juiz, eu o entendo, talvez por sermos nordestinos e contemporâneos. Mas, data vênia, menos, né meretíssimo!... Também não preciso colocar aqui meus diplomas e meus trabalhos em mais de 60 anos de vida. Todavia, se alguém tiver interesse em ler alguma estória com sabor picante nordestino, é só ir no site do “Talentos da Maturidade” e procurar “O velhinho in: “
Parabéns a todos os piauienses, cearenses, maranhenses, nordestinos e brasileiros!... Parabéns a você, grande João dos deDeus, belo Blog!
Gostei dessa observação: Washington Araújo disse... Zan,
Parece que nossos bravos estudantes de história têm uma irresistível tendência ao anonimato. Repare que todas as manifestações são de "anônimos". 27 de fevereiro de 2009 12:59
PARABÉNS!
Também não sei onde esse doido do “ANÔNOMO” arranjou o “me gosto”, porque mesmo em espanhol está errado, é “me gusta”... E não é mais, mas, sim, MAS!
CHEIO DE ERROS, MAS CRITICANDO: Anônimo disse... Elmar Carvalho vc sabia que os dicionários brasileiros desqualificam a acepção dada ao termo " GUERRILHA"? Pois é, o difinem em linhas gerais como " táticas de emboscados" mais isso foi coisa da ideologia dos anticomunista Vargas e mais recentemente pelos pós-64. para usar contra os comunistas por eles mensionarem muito o termo nos seus discursos/ manuais etc . É! Elmar tô vendo que vc bebe tudo dessas 'fontes'. Não foi dessa guerrilha que me referi sobre a Batalha do jenipapo.Vc é um 'homen do seu tempo'(fonte: Sarney) e ainda dá para se acordar sobre tais fontes onde bebemos sem fazer reflexôes. 3 de março de 2009 11:00
SÓ PODE ESTAR DE SACANAGE: Anônimo disse... É isso aí Fausto a história hoje tem essa linha . De não mais endeusar/endiabar quem quer que seja. Ela ´hoje é ciência sosial pura! Como ja dizia ha um século BERtolt Brecht no poema " HISTÓRIA DE UM TRABALHADOR QUE LÊ"4 de março de 2009 10:20
E NÃO DIZ COISA COM COISA: Anônimo disse... Zan é verdade ' El matador' É de H. DOBAL , o anônimo(eu) atualmente tá lendo O G Rego, e cú'fundiusse. e não é briga (lexicamente termal).É só desaparelhamento ideologico. 12 de março de 200. 11:43
ZAN, PARABÉNS!... VI QUE VC É UMA PESSOA QUERIDA E BEM RELACIONADA POR AÍ. GOSTARIA QUE VC ME VISITASSE NO SITE INDICADO AQUI E COMENTASSE – SE QUISER – ISTO SERIA UMA FORMA DE SABER QUE VC GOSTARIA DE MANTER CONTATO. SOU DE RUSSAS-CE, MAS MORO NO RIO DE JANEIRO HÁ MAIS DE 40 ANOS. O VELHINHO IN:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...