segunda-feira, 25 de maio de 2009

JOVEM-GUARDA

Nos anos 60 a moda foi tomada pela mini-saia e pelos...? TUBINHOS!!!
Veja se você consegue identificar essas lindas "meninas-moças" que, pelo visto, se arrumaram foi cedo pra ir à festa embalada pelas músicas da Celly Campelo, Wanderléia, Martinha, ou até mesmo, das italianas, Rita Pavone e Gigliola Cinquetti.
Aaah, que pena que vocês não verão o desfile faceiro desses lindos "brotos"! Esse You Tubo aí, tá no "prego".
Fiquem ligados no Bitorocara+, que em breve teremos mais agradáveis supresas como essa da foto.

Foto: MuseudoPaulo&Bitorocara+

48 comentários:

Edmar Oliveira, disse...

Tô esperando pra ver a Teresa nas cachoeiras...

João de Deus Netto disse...

Teresa enriquecendo mais ainda o já então bonito cenário invernoso do rio "Catanadas"...! Breve, em cinemascope e tecnicollor da tela panorâmica do seu... Bitorocara+!!!

Anônimo disse...

A última tem um sorriso encantador!
Quem são as beldades?
Alguém as reconhece?

Anônimo disse...

O sorriso maravilhosamente demolidor da Gracinha Torres, filha do seu Francisco Aureliano, a do meio, não estou reconhecendo, e a da esquerda é a colunista social daqueles tempos do jornal A Luta, Sílvia Melo, filha do seu Agenor Melo.

Anônimo disse...

Quem são os brotos?

Nonatinho disse...

A do meio é Fátima irmã da Gracinha Torres.

Anônimo disse...

Se pudesse eu voltaria no tempo, na maior tubada, só prá ver o belo sorriso da Gracinha Torres!

Luzia de Oliveira - Manaus disse...

Estou viciado nesse Bitorocara e de meia em meia hora eu venho aqui e já desço na tubada diretin espiar essas meninas. Que saudade meu Deus. Não só delas, mas de toda uma vida que a gente levava, de respeito ao próximo, de sair pelas ruas sem preocupação nenhuma com violência, mesmo de madrugada quando agente escutava um boa noite, era algum vigia trabalhando só com a espectativa de que alguém desse algum auxílio pra ele no outro dia. Sacanagem não, dá vontade de chorar, juro. Não sei se de saudade ou se indignação com o que fizeram com o povo brasileiro por obra e graça da droga de uma modernidade mal usada.
Desculpem aí.

JOÃO PEREIRA disse...

ATENÇÃO, BITOROCARA VICIA!
O Ministério da Saúde adverte: o BITOROCARA vicia.
Epidemiologistas do Ministério da Saúde alertam que há vários casos já comprovados de pessoas viciadas no BITOROCARA.
Algumas, como a Luzia de Oliveira, residente em Manaus, se reconhecem como viciadas no BITOROCARA.
Outros mais ainda estão no processo de negação do vício. É o caso dos notórios ZAN e Ricardo Reis.
Mas não faz nenhuma diferença se o vício é consciente ou inconsciente, pois ainda não há nenhum método de cura.
Segundo o Dr. Esculápio, é considerado viciado quem acessa o BITOROCARA pelo menos uma vez ao dia.
Esse, ainda segundo o médico, é um vício que comporta gradação. Há os que acessam o BITOROCARA no início e no final do dia. Outros, acessam de quatro a cinco vezes ao dia.
Os casos mais graves são aqueles que a cada instante conferem o BITOROCARA em busca de comentários novos.

zan disse...

Na mosca, Zé Pereira, sou viciado nisso aqui... venho em média não sei quantas vezes por dia... Entre uma e outra ida ao centro, faço isso pelo menos tres vezes ao dia, venho cá.

Elvira Barrymore disse...

Um comentáriozinho malicioso não faz mal a ninguém: o Nonatinho era apaixonado pela Fátima Torres e o Zé Acélio eas torcidas do Caiçara e do Comercial juntas, eram apaixonados pela Gracinha Torres. Tudo sofrendo de platonice aguda.
João Pereira, faltou citar o sumido Belchior Neto. Terá afundado em algum rio lá pelas bandas de Teresina?
Gente, vou nessa, senão vão me taxar de fofoqueira.
See youre later...! É a tua!

Anônimo disse...

Elvira,
Assim o ZAN descobre a sua verdadeira identidade.
Já sabe que é contemporânea do Nonatinho do João dos Couros, do Zé Acélio, da Fátima, da Gracinha Torres e, portanto, do próprio ZAN.
Sabe também que reside em Brasília e que é espirituosa.
E aí ZAN, descobriu a identidade da miss Barrymore?

zan disse...

Na minha imaginação o perfil dela já tá delineado, pelo que ela escreve aqui... inclusive os codinomes e a coisa de tá indo fazer alguma coisa não sei onde... Se ela me via lá em Brasília fofocando com campomaiorenses na rodoviária é ponto pra ela... pena que ela não entrava na roda e enriquecia a fofoquice (tem coisa mais relaxante?). Ela diz que mora em Sobradinho. Ali morei de 82 a 90. Os úlimos quase anos me escondi na Asa Norte (12 anos), Planaltina, Gama, São Sebastião, SIG e Vila Planalto, numa ciganagem de cão sem dono. Sobrevivi a tudo isso e tou aqui esperando que ela não me procure (seria pedir demais ou ter algum impedimento institucional, digamos), mas pelo menos diga, cheia de graça, em plenas barraquinhas:"I am miss Berrymore, crazy people!!! (Viu como também sei inglês, Judião?) Ainda morro disso...

zan disse...

Ah, sim, só pra esnobar, morei também na Asa Sul... em pardieiros na 704 e na casa do meu grande amigo e irmão Allan Viggiano, na 211 Sul... Arrasei!!!!!!!!

Anfinfa disse...

Zanfilas, tu ta pior que a precisão, morou nos 4 cantos do DF, como dz o Judilão, deve ter sido anos de filação...Tu deve ter morado tambem na 109 sul, num morou? Tu sabe o que eu estou falando

zan disse...

Fugindo de cobrador, polícia e oficial de justiça... Agora, naquele muquifo lá na 109, eu vi, de passagem à noite, tua mãe, teu pai e aquela tua irmã mais nova, fazendo ponto pra vender não sei bem o que mesmo...

Anônimo disse...

ZAN,
Calma, se embarcar na onda desse pessoal vai ficar igual a eles!

Anônimo disse...

Prefiro falar do sorriso da Gracinha Torres.
Judilão e Afinfa são dois (ou um só?) boçais.
Acho que todos deveriam simplesmente ignorar tais figuras coivarenses!

zan disse...

Tou calmo, anônimo, é que tem hora que não consigo segurar os demônios e apelo feio... fique a vontade pra reclamar...

Ricardo Reis disse...

João Pereira, você tem razão, estou viciado no BITOROCARA. É que sempre fui apaixonado por Campo Maior, suas histórias e o seu povo. Neste espaço, além de adquirir mais conhecimentos sobre nossa terra, temos a possibilidade de manter contato com amigos, ou pessoas que, muitas vezes, nem conhecemos. Isso é bom, porém, infelizmente, pessoas que usam codinomes, ou não, estão partindo para a apelação, e usando do anonimato, para ofender os outros. Digo a você ZAN, que muitas vezes ouvi falar da sua história, e via a satisfação no rosto de quem falava. O seu saldo é positivo. Muitas vezes agimos por impulso, pois ainda estamos trilhando o caminho evolutivo, porém, quem caminhou um pouco mais, deve voltar, no caminho, apenas para ajudar a avançar, aqueles que não conseguem caminhar sozinhos. É contraproducente, o nivelamento por baixo. Digo, à que se diz Elvira, pois citou o meu nome em comentário anterior, e a todos os que estão usando da maledicência e da ofensa, é que eles sim, talvez consigam afastar pessoas deste Blog, o que seria lamentável, e Campo Maior, mais uma vez, perderia algo de bom, ligado à sua história, e o grande artista, Netto, veria vulgarizado, um espaço que ele criou com tanto carinho e competência.

Anônimo disse...

Valeu Ricardo Reis...Voce é um cara arretado...
Lembrei-me quando voce morou em Belém, tomamos algumas cerpinhas juntos...

Judilão disse...

Pessoal vou me ausentar por uns dias, acho que uns 45 dias, irei ficar na minha fazenda aquí mesmo em Roraima...
Zan, deculpa-me as brincadeiras, adimiro muito sua pessoa...
Um grande abraço meu amigo...
Não vou poder ir aos festejos nesse ano...
Fica com DEUS...

zan disse...

Eu sabia que esse Judião era ficção. Foi só eu ameaçar filar o cara, já pediu arrego por 45 dias... assim não dá. Tu tem fazenda também aí na fronteira com as guianas? Eu desconfiava...

Judilão disse...

Zanfilão, calma né mané...
Teno o direito de ir ficar na minha fazenda tambem oh seu cabra...
Vou te pagar uns frito de tripa na Idalina ...
Fica tronquilo...
E deixa e quieto
Ramo simbora

judilão disse...

Vou te pagar uns frito de tripa na Santa, no Capote

Belchior Neto disse...

Elvira de Sei Lá Quantas Camisolas de murim, a beleza e a meguice é um carimbo de todas as filhas do saudoso Francisco Aureliano. E a Grancinha, heim? É a maior graça de todas.Tenho orgulho de ter convivido e visto de perto, ao vivo e a cores, todas elas.
Um abraço.
Xô, xô desconhecida Elvira. Sim, acho que se não for a mesma pessoa do JUDI te digo que faz o mesmo papel de mexiriqueiro e fantasma alfabetizado.

zan disse...

Entendi teu drama, tu quer aparecer aí sem dá pinta que é o Judilão... Eu é que sou mané...

Anônimo disse...

Elvira,
O Belchior parece que também foi apaixonado por uma das meninas do seu Aureliano. Pelo comentário que fez em outro post, acho que foi pela Neide.

zan disse...

Feliz de quem ainda se apaixona... Nada mais sofrido e emocionante...

b disse...

Sem Nome quem nomorou a Neide foi o Washington Belchior, eu apenas, com muito respeito e distância, admirava silenciosamente aquelas belas gorotas filhas de Aureliano e Didita. Sou feliz mesmo assim.

JOÃO PEREIRA disse...

Elvira,
A Gracinha Torres era mesmo isso tudo?
A essa altura deve está se deliciando com a sua bola cheíssima no BITOROCARA, ao que parece merecidamente.
Pelas fotos e pelo sorriso brejeiro, devia mesmo ser encantadora!
Pelo que escreveu em outra ocasião, também me pareceu bem humorada.
Deve ser bom saber-se admirada ainda hoje. Parabéns!

Dos Andrades disse...

Não lembro bem quem foi que em comentários por aqui disse que a Gracinha mora em Curitiba e na companhia da mãe, dona Didita que ainda está viva. Que beleza. Acho que foi o Willa irmão dela dizendo pro Amaral. Foi isso.

gracinhatorres disse...

Meu Deus. Demorei a a dizer qualquer coisa. Primeiro a falar do meu pai me emociona muito. Agradeço muito todos os comentários, sei que ele ficaria muito feliz.Adorava esta cidade e toda gente. Acho vocês todos adoráveis.
Me trouxeram mesmo muitas lembranças, que nunca mais pensei recordar.

gracinhatorres disse...

Sim.João Pereira, eu fiquei realmente vaidosa não pensei estava com esta bola toda.No entanto a minha neta meu filho meu marido me acham linda, sim, minha mãe também.
Por falar em meu marido ele é fã do
Bitorocara. Por falar nisso já ficamos esperando o Netto com Maria Isabel, Baião de dois e tudo e ele não apareceu. E você quando vem mesmo?
Oi José. Quantas saudades do Seu Zé Miranda da dona Adalgisa. Ela gritavapelo muro - Gracinha tem bolo de fubá que você adora. Nossa.
Escreva mais, eu adorei.
O Bitorocara faz muito bem a alma
Tenho que parar um pouco eu choro muito.
Sou muito feliz e alegre. Bjs.

gracinhatorres disse...

Acélio. Quantas saudades de vocês da tia Rita da Mudinha ela gritava muito quando eu chegava lá. A tia Rita com seus biscoitos.
Fale mais.

Bjs.

gracinhatorres disse...

Dos Andradas. É verdade eu moro em Curitiba, bela cidade. moramos aqui: William família, Clemilson família meu filho Rômulo e família e mamãe.

Cadê Zan?

JOÃO PEREIRA disse...

Gracinha Torres,

Espero que você não tenha visto maldade em meu comentário, pois realmente não houve.
Quando falei de sua bola cheíssima no Bitorocara, apenas expressei admiração pelos muitos comentários elogiosos e as várias manifestações de carinho nos comentários a seu respeito.
Até me emocionei com a emoção do José Miranda ao recordar a adoração de tinha por você.
Você tem sido unaniminade neste blog, e isto é muito bom.
Pelo seu amor à família e pela forma emotiva como se expressa, percebe-se que você também é bela por dentro.
Parabéns a você e sua família.

José Miranda Filho disse...

Gracinha:
Ora, eu não tinha percebido a existência desta matéria - "Jovem Guarda". Não sei explicar como passou ignorada por mim, como também outra, - "Esporte" -, em cujas fotos você se encontra. São vistos elogios sobre elogios. Mas, pura justiça, não é mesmo? Aqui, minha preocupação é com o seu marido, e ele - mais um motivo pra isto, fiquem atentos "seus" louvadores da Gracinha, "Seu" João Pereira, "Seu" João Pereira, não me comprometa! - tem uma certa assiduidade ao Bitorocara... Quem o mandou escolher além do que deveria?! Estou me expandindo mais uma vez; desculpas!

José Miranda Filho disse...

Gracinha:

Conforme falei no comentário anterior, eu não sabia desta matéria. É a razão da minha demora na resposta. Fiquei emocionado por ter se dirigido a mim. E demonstrado sua riqueza de sentimentos nos comentários. De forma equivocada, sempre imaginei que já esquecera Campo Maior.
Quando iniciei a digitação do comentário sobre a matéria do Seu Francisquinho, as imagens vinham à mente, e, sem me conter, ia liberando-as. E, como um robô, procedendo à postagem do texto, sendo que, como sempre uso meu nome e não pseudônimo nem anonimato, constatei, ao final, que extrapolara no meu gesto, e não tinha mais como retroceder. A princípio, pensei: "Acho que ela não verá. É uma pessoa muito ocupada. Certamente, não tem o hábito de estar ao computador, à internet etc.". Mas poderia haver indício de que me enganava, em virtude da presença do William no Bitorocara (somente assim eu saberia da existência de um pintor na sua família), além de que se tratava de matéria a respeito de seu pai, seus familiares, você própria, na foto portando a "gloriosa" bandeira do Caiçara. Para completar o disparate, vieram posteriormente comentários insinuativos, o que se verificou até noutras matérias do Bitorocara. Fiquei contrariado, acerca do que cheguei a conversar com o ZAN e o João de Deus, que tentaram me tranquilizar. Assim, por bem menos, o João Pereira lhe pediu desculpa; tenho maior motivo pra fazer o mesmo. Espero que me tenha perdoado. Você me comoveu ao exprimir a saudade que sente do meu (falecido) pai e do bolo de fubá da Tia Adalgisa. Porém me excluiu, frustrando-me, sabe? Brincadeira. Perdão novamente. Espero que a dona Didita, o Rômulo e o neto (é apenas um?) estejam bem. Quanto a você, já me dá a certeza de que está. Ótimo!
Grande abraço. E, se a dona Didita ainda se recorda deste antigo vizinho, lhe dê um abraço por ele.
José.

edimar bandeira disse...

Quer levar pauladas ? Quer ? Então mexa com o pessoal da terra dos carnaubais... ali nós temos políticos, jornalistas, doutores, poetas e uma série enorme de pessoas maravilhosas, filhas de uma terra nobre e bonita, que é a nossa Campo Maior. Admiro a quase todos, menos aqueles que escrevem para ofender. Vamos dialogar, aproveitando o espaço que Bitorocara nos oferta. É bom saber notícias dessa turma toda.

José Miranda Filho disse...

APROVADO, Edimar. Assim é que se fala! Aproveitando o ensejo, minhas recomentações à Gracinha, minha colega.

José Miranda Filho disse...

Já comentei até com o ZAN sobre isto. Puxa, como tenho digitado mal! O que é o mesmo ato de datilografar. Parece que nem fui um dos melhores alunos da Dona Edmée.
É: RECOMENDAÇÕES (v. comentário antecedente).

edimar bandeira disse...

José Miranda Filho, você deu sorte em não nos encontrarmos no dia da prova de datilografia , ai na dona Edmée... rapaz, neste dia eu estava com a macaca, dei não sei nem quantos toques, se não foi mais, chegou próximo dos 300. Tenho minha carteirinha de datilógrafo, umas das exigências para arranjar emprego. Que coisa, hem ! Com relação as suas recomendações para a minha distinta Gracinha, transmiti e ela retribui. Falando de família, saiba que temos um casal de filhos (Pablo e Hialamy). O Pablo tem 2 filhos, é solteiro, embora tenha casado 2 vezes. É professor de inglês e espanhol, tendo morado nos Estados Unidos onde aperfeiçoou estes idiomas. A Hialamy é Defensora Pública, casada e vai me dar uma netinha agora em fevereiro. Moramos todos em Brasilia.Dos meus irmãos, José, Raimundo, Erandi e o Luis, os 2 últimos seus colegas de turma , todos moram aqui no DF.De Brasilia nada temos o que reclamar, só a agradecer, porque ela sempre nos ofereceu boas oportunidades. A dona Gracinha é micro empresária, temos lojas de vender roupas feminina. Tem se encontrado com o Osmar (do padre) ? É nosso amigão, gente boa, família boa. É isso.

José Miranda Filho disse...

Ah! Edimar, grato pela sua atenção ao meu comentário. Me satisfaço com a retribuição da Gracinha.
Rapaz, você só tem que receber parabéns. Por você próprio e pela família. Gente que gosta de estudar e de trabalhar, e, consequentemente, de crescer. A dona Gracinha, micro empresária, com lojaS de roupas femininas. Pablo e Hialamy, formados, bem empregados, já lhe dando netos, aumentando a família vencedora.
A família Bandeira toda reunida em Brasília, todos bem. Soube que o Luís foi, ou ainda é, do alto escalão do MEC.
Edimar, será a sua ou será a minha memória que está falhando? Erandi e Luís foram meus colegas de turma no Ginásio Santo Antônio. Mas o Raimundo, não? Olhe, acho que ele também...
O luís era um caso sério. Esse cabra, com o Cézar Melo, era fogo na roupa; meus concorrentes fortíssimos naquela parada de adolescentes pelo 1º lugar.
Era preciso ser craque naquelas máquinas velhas da dona Edmmé, não acha? Na prova final, ela só me disse que dava por concluído o meu aprendizado. "Volte aqui só pra pegar o certificado." Fiquei triste porque tal não ocorreu. A conversa na minha casa era: para que certiicado, se para os empregos o que vale é a prova, ou melhor, se a prova é com os dedos no teclado e não um simples papel? Hoje, erro demais na digitação, o que é a mesma datilografia. Neste blog mesmo, comprovo isso.
Não sabia você que uma ou duas daquelas peças de museu - as máquinas de escrever - pelo menos, uma em que eu estudava, havia(m) pertencido ao meu avô, Lula Miranda? Dona Edmeé me contou um dia, que a(s) comprara do velho.
Encontrei-me com o Osmar do Padre nos festejos deste ano. Fazia muito tempo que não o via. Para falar a verdade, desde sua partida da casa paroquial, cujo ano nem recordo mais. Está carequinha e bem gordinho. Diferente daquele menino que brincava na minha casa. Gostava de ser o super-homem. Usava até a vestimenta do herói. Corria curvado para a frente, os braços estendidos horizontalmente, voando para capturar os bandidos...

edimar bandeira disse...

José Miranda Filho, é verdade que a nossa memória e a de todos, às vezes falha. Mas é o seguinte : Na sua turma, lá no Ginásio Santo Antonio, faziam parte , além de você, Erandi e Luis Bandeira, Gracinha Paz, Leda e Gracinha Ibiapina, Everardo, Cezar, Waldir, Jesus Paz, Rosa Bandeira, Socorro Rego, Alba Belchior, Fca. Ibiapina e vai por aí. O Raimundo Bandeira não foi da sua turma. O Luis Bandeira, foi Ministro Interino do MEC, no tempo do Hugo Napoleão. Depois o Hugo saiu e êle continuou desempenhando altas funções no MEC, depois foi para o Minist. do Planejamento e foi foi até se aposentar. Hoje é vovô, família bonita. Tem um casal de filhos. Breno - Advogado, 2 filhos , véspera do terceiro , mora em Brasilia. Brenda, dentista, casada, sem filhos, mora em São Paulo. É como você disse : O trabalho honesto e a perseverança são os caminhos para o sucesso. Podemos dizer com simplicidade : Vencemos. O Osmar é outro cabra bom. Bem casado, filhos bacanas, bem empregados, já é vovô e é merecedor do que colhe. O certo é que Brasilia nos deu tudo. Para nós, não há lugar melhor. Somos apaixonados por esta cidade. Brasília é perfeita ? Não, claro que não ! Não tem mar... (kkkk). Com relação àquelas máquinas da dona Edmée... era um sucesso. Era tanta gente catando milho... Tenho visto Campo Maior pelas fotografias e notícias. Sei que mudou muito, tem até " pardal ", semáforo. A cidade está chiq demais. Tem mais ou menos uns 10 anos que não a visito. Mas tenho saudades. Cadê o negão Zé Raimundo , aquele que tocava (?) violão nas serenatas ? Um abraço a todos.

José Miranda Filho disse...

Sim, Edimar, a memória vai diminuindo com o crescimento da idade. Conversando com o meu irmão Luiz Cláudio (Icade), ele confirmou o que eu disse a você, isto é, que o seu irmão Raimundo também foi nosso colega de turma. Está formado o impasse, que acho que só o próprio Raimundo poderá desfazer. Na verdade, com o passar dos anos, devo lhe dizer que na minha cabeça há uma confusão quanto aos meus colegas dos cursos primário, ginasial e científico. Eles embaralham na minha massa cinzenta cada vez mais desbotada. Você entende? Foi gente demais. No tempo do ginásio, posso acrescentar mais alguns nomes à sua lista. Veja só: acrescentar, não completar. Meu próprio irmão Luiz Cláudio, Luís Francisco, Raimundo Lustosa, Jácome, Bertin Bona, Joel, Rufino, Jarbas, Gonzaguinha do Mestre, Angélica, Lina Rosa, Avelina Rosa, Antônio José, Antônio Almeida... Pois é, como lhe disse, o luís foi muito bem sucedido no MEC. Como você, também na constituição familiar, com um casal de filhos, e formados, com carreiras definidas. Todos vocês se deram bem em Brasília. O Osmar, igualmente. O seresteiro, que gostava de me acordar nas madrugadas, cantando por ali nas proximidades da minha casa - jamais descobri quem seria a garota -, teve um problema decorrente de um AVC, mas já convalesceu. Faz muito tempo que não o vejo. Talvez seu violão esteja silencioso... Aquelas máquinas velhinhas da dona Edmeé quase fraturaram meus dedos, rapaz! Campo Maior está um encanto. A divisão territorial do município reduziu sua população pela metade, como também o seu colégio eleitoral. Do terceiro lugar que ocupava, abaixo apenas de Teresina e Parnaíba, caiu para a sexta colocação, inferior agora também a Picos, Piripiri e Floriano. Mas vai de vento em popa. Você precisa vir; já faz bastante tempo que está ausente.
Abraços.

edimar bandeira disse...

O paradoxo é que a idade nos traz saudades e alegrias. Saudades pelos tempos idos e alegrias por estar vivo e poder recordar. Da minha época, quem não se lembra das enormes filas para assistir o filme Paixão de Cristo, no Cine Nazaré, em Campo Maior ? E Sansão e Dalila ?Zeca Tatu ? Hoje chegou a modernidade e nem cinema se vai mais (alguns vão). O tal do DVD, a tv de lcd, nos prendem em casa e nos deixam ver com uma nitidez impressionante, grandes filmes, coisa jamais pensável no nosso tempo de ginasianos. Confesso que esta modernidade me dá prazer, gosto do " novo ", mas é verdade que aquela época do filme p&b me dá saudades. Um abraço aos da época e aos mais recentes.

Socorro Rufino disse...

Finalmente soube de você Gracinha Torres!
E da Dona Didita, essa mulher fantástica que eu nunca esqueci. Como eu gostava de ir na sua casa e conversar com ela! Fiquei muito emocionada ao ver as fotos de vocês. Faz tanto tempo que nos vimos aqui em Brasília! Gostaria muito de saber mais sobre vocês.
Também adorei saber as notícias dos amigos do Ginásio Santo Antônio...de Campo Maior, onde passei parte dos meus belos dias de juventude. Bateu uma saudade....
Agradeço a um amigo de lá que me falou sobre este blog.
E como foi surpreendente ver a minha foto junto com as minhas queridas amigas ginásio!
Valeu!!!!!!!!












a quem eu gostava tanto de visitar. São tantas coisas a dizer...

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