Vejam só que grata surpresa o Bitorocara+ descobriu na Blogosfera. Sinal de que a audiência do blog vai acabar “barroando" na Discovery.Fala garoto!
É isso aí. Eu saí de Campo Maior, em 1976, para morar com uma irmã em Cuiabá. Servi ao Exército (pelo menos para isso servi) e continuei os estudos aqui em Cuiabá, além de trabalhar.
Acabei fincando raízes, tanto que ganhei, da Assembléia Legislativa, o título de Cidadão Mato-grossense.
Fico contente em saber que você seguiu sua vocação. Naqueles tempos, você já emitia sinais de que, no futuro, seria um grande artista. Eu também segui a vocação de lidar com as letras. Tanto, que me formei em Comunicação Social. Durante muito tempo, fui editor do Diário de Cuiabá, um dos principais jornais do Estado; prestei assessoria de Imprensa para prefeitos, Governos e órgãos públicos... Faz um bom tempo que não vou a Campo Maior.
Hoje, estou com 51 anos. Antes de vir para cá, me "notabilizei" em Campo Maior como treinador de um time infanto-juvenil patrocinado pelo distribuidor Brahma da cidade (Chagas Barreto), cuja sede ficava na praça da casa sua mãe, perto da residência dos Gentil. Era um timaço, que não perdia para ninguém: Toinho (filho do Zezé da Serraria), Hamilton (irmão do Hugo), Antonio Cícero "Carne Assada", Maurinho, Cazica, Djalma, Valdinar e Valdenes (irmãos), Valdery, Edgar (Santos, do bairro Flores)... Ficou na história.
Depois da Rua do Sol, mudei para Rua Dr. Pedro Teixeira, conhecida como "Rua do Vela Branca" (dono de uma secular padaria). Até hoje, parte de minha família vive nessa rua.
Morei um tempo em Brasília (entre 1973 e 1975). Voltei para CM e, em 1976, vim para Cuiabá. Há pelo menos quatro anos, fui a Madri, Barcelona e Lisboa, numa viagem de serviço. Tive a oportunidade de conhecer os 27 Estados brasileiros, graças à minha profissão. Logo, vou tirar um tempo para conferir o que você diz: Campo Maior está surpreendentemente bonita e grande. É só questão de tempo.
De você, eu tenho aquelas gratas lembranças de que falei anteriormente e da sua família inteira.
Abraços.
Antonio Souza (Pedro Rocha).
Nota do Bitorocara:
Nosso jornalista em Cuiabá é editor do site Mídia News, o mais antigo da Cidade Verde, deles.
O Antonio era fã do zagueirão uruguaio que jogou no São Paulo, daí o “Pedro Rocha”, nas peladas do campinho. Ele também ficou conhecido pelas torcidas do Caiçara e do Comercial; por toda a Rua do Sol, Bona Primo, Praça da Bandeira, “campo de aviação” e pelos moradores da “Baixa” e do Cariri, pelo enigmático apelido de “Antonio Tanajura”. Até hoje não entendi bulufas...! Acredito que nem o grande jornalista campomaiorense, Antonio de Souza, também.










