sexta-feira, 30 de outubro de 2009

FUTURISMO EM CAMPOMAIOR

Nossa serra oferece inúmeras atrações turísticas inexploradas: trilhas para “trekking” (caminhada), rochas para escaladas e vista de arrancar suspiros e “óóó meu Deus!!!”.
Além da beleza e da importância, a Serra Azul de Campo Maior - decantada em lindo poema de Elmar Carvalho - oferece também um dos melhores locais do Nordeste para a prática de esportes de montanha, como escalada, rapel e uma excelente rampa para decolagem de Asa Delta e Parapente.
Cidades como Ipu e Pacatuba[CE], Governador Valadares[MG], Igrejinha[RS], Andradas[MG], Porciúncula[MG], Nova Iguaçu [RJ], Formosa[GO], Rio de janeiro, com sua famosa Pedra da Gávea, dentre outras, arrastam centenas de atletas e milhares de turistas ecológicos do mundo inteiro que deixam milhares de dólares nessas regiões, movimentando o setor hoteleiro, comércio e a geração de empregos.
A região de Governador Valadares é considerada o melhor local para a prática do vôo livre devido às suas condições climáticas (muito calor, pouco vento e grande formação de térmicas, ou seja, correntes ascendentes); à sua geografia (região com apenas pequenas elevações e muita área de pouso). Qualquer semelhança terá sido mera coincidência? Não, esse filme também passa em Campo Maior.
ECOTURISMO - uma prática de turismo de lazer, esportivo ou educacional, em áreas naturais, que se utiliza de forma sustentável do patrimônio natural e cultural, incentiva a sua conservação, promove a formação de consciência ambientalista e garante o bem estar das populações envolvidas. Ou seja, o presente que Deus nos deu será sempre preservado. Acredita-se que no Brasil existem mais de meio milhão de pessoas que praticam o ecoturismo, num total de 50 milhões no mundo. Com o crescimento superior a 15% ao ano, deverá ser uma das principais modalidades do lazer e turismo do mundo nos próximos anos.

Desestressados e tendo como cenário uma cachoeira de adrenalina; uma mesa farta de suco de laranja, enquanto na margem, um carneirinho, animalzinho típico da terra, teima em clamar... Mééé!!!

Rivalidade futebolística presente também nas alturas.
Arte: Bitorocara+

domingo, 25 de outubro de 2009

Informe Publicitário

Praça Antônio Cicero Correia Lima s/n - Campo Maior - PI
CEP: 64280-000
CONTATOS: (0xx86) 3252-2259
Skype: aroldo.ibiapina
Mailing: aroldoibiapina@ig.com.br
Fone/Fax: (0xx86) 3252-2259

Quartos: 20 - Leitos: 40
Estacionamento - Lavanderia - Recepção 24 horas - Ar-condicionado Cozinha - Despertador – Frigobar - Música ambiente - Telefone - TV
Bar - Bar na piscina - Restaurante

Os donos moram no local e fazem parte da grande família campomaiorense, um povo tido como dos mais receptivos do Brasil. Berço de heróis, a cidade foi palco de uma sangrenta batalha pela nossa independência do jugo Português. Conheça também o Monumento do Jenipapo. Sem falar da culinária local, referência em todo o Nordeste do País.

Arte: Bitorocara+

O Rebelde da Motocicleta

O Rebelde da Motocicleta - Parece nome de filme, mas tem tudo a ver com o passado deste senhor aí da foto. Magrinho, temperamental – não sei pra quem puxava -, com uma motoneta estranhíssima e “zuadenta”, o “Zacariinha” podia ser visto a qualquer momento e em qualquer lugar da pacata Campo Maior do final dos anos 60, início da nova década. O título do filme se encaixava como um capacete na cabeça do filho do seu Zacarias Gondim, dono do inesquecível Cine Nazaré da belíssima época de ouro de Campo Maior, nos anos de chumbo do Brasil. – “Zacariinha” essa lambreta “Xispa” estacionada do teu lado, aí na foto, apesar de parecer muuuito mais nova, lembra também aquele “cachorro magro zuadento” que você tinha! O adjetivo canino foi o mais perto que encontrei pra não judiar com o enorme e pacato “camelo”, só conhecido por nós através dos "Circo
Garcia" da vida, ou dos filmes Lawrence da Arábia ou Simbad, o Marujo, daqueles tempos. A propósito: clique na foto e veja o que estava em cartaz nesse dia, "na tela panorâmica do seu Cine Nazareth, em Cinemascope e Technicolor!".
Zacarias, meus contados localizaram sua amada motoneta jogada no fundo de uma oficina de motos na praça do teatro dos estudantes, perto da casa dos mus pais. Autorizei-os a fazer uma proposta de compra, no que receberam um sonoro não! – Já está vendida por 2mil Reais!!!
Desisti. Ela também não tava com essa roda toda, não. Clique, e na imagem ampliada você verá quem desembolsou essa grana toda. - Tudo em nome da cultura! Disse o feliz comprador.

Foto: MuseudoPaulo&Bitorocara - Zan

Cerimônia de Diplomação

Cercado de amigos, parentes e eleitores, o jovem e ansioso médico, Cezar Melo, se prepara para mais uma nova experiência política. A foto também é um desafio para os leitores identificarem quem são os torcedores - não valem: o mega-empresário João Claudino Fernandes e o Prof. Raimundinho Andrade.

Fotos: MuseudoPaulo&Bitorocara - ZAN

domingo, 18 de outubro de 2009

Onde tudo começou...

19 de OUTUBRO - DIA DO PIAUÍ

O Piauí foi povoado por muitas tribos indígenas antes da chegada dos portugueses ao Brasil, dentre elas, destacam-se os tremembés, que viviam próximos ao litoral e ao Rio Parnaíba. A exploração do Piauí aconteceu devido a presença de bandeirantes, como Domingos Jorge Velho e Domingos Afonso Mafrense, que tornaram-se proprietários de amplas terras no Piauí. Posteriormente, o Piauí tornaria-se uma Capitania em 1758, com a capital em Oeiras, embora a socidade piauiense não tenha mudado muito com a elevação à condição de Capitania, o território piauiense ainda era cheio de fazendas de gado, e havia poucas vilas. Com a Independência e o Império do Brasil, o Piauí passou a ser governado por oligarquias rurais, que continuariam a governar até o início da República.
Emancipação Política
A Capitania de São José do Piauí, foi criada em 1718, embora só venha a ser instaurada definitivamente em 1758. O seu primeiro governador foi João Pereira Caldas, militar português, Coronel da Cavalaria, que organizou Tropas de Ordenança em 1759, que tinha por objetivo principal perseguir os nativos. O rei determinou que a cidade-sede seria a Vila da Mocha (atual Oeiras), e elevar seis freguesias a condição de vilas: São João da Parnaíba (atual Parnaíba), Parnaguá, Jerumenha, Marvão (atual Castelo do Piauí), Santo Antônio de Campo Maior (atual Campo Maior).

Charge sobre pintura rupestre no Parque Nacional da Serra da Capivara, extremo Sul do Piauí. Um casal de conterrâneos nosso, há 50.000 anos atrás (segundo a antropóloga Niéde Guidon), trocando beijos logo ao raiar da história humana nas Américas.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Datas...

Educação de qualidade depende não só dos educadores, mas também dos gestores, dos pais, da sociedade civil e dos governos...
Isso aí, até os desinteressados alunos já decoraram de cor e salteado. No Congresso Nacional uma das prioridades é a criação do “Dia Disso”, “Dia Daquilo...” E por que não, o Dia do Parlamentar Gazeteiro?

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Muita lembrança, pouco futebol...

Antes, o “leão”, time de futebol que teve o Sr. Oscar Duarte como primeiro presidente, tinha como mascote uma mulher: a Altair (Tatá), filha do seu Dideus e também a esposa do jogador Geraldo Pucuta - esse agachado aos pés dela. Oscar Duarte era o comerciante e pai do agitador cultural e blogueiro, Zeferino Zan.
Um pouco depois da chegada do Bernardo Cabral por estas paragens e um pouco antes do início dessa acirrada rivalidade entre os dois principais clubes de futebol de Bitorocara, por incrível que pareça, quem desenhava o uniforme do time do Comercial era um caiçarino de quatro costado e com “aquilo” encarnado, mais vermelho do que carmim. Sério! Vejam as fotos... Ninguém merecia...!



Do time, nem nos arquivos do cineasta Humberto Mauro teríamos imagens, mas a "equipe" (uniforme) é a imagem, espelhada, do Vasco da Gama.
NOS COMENTÁRIOS:
Zan disse...
Angelo, Manuca, Chico Catita, Chico Galo, Miguel Brito, Chiquito e Antonio Rufino. Agachados:ZéArlindo, João Catita, Sérvulo, Bodinho, Edim Catita e Cabrinha. Esses dias cruzei aqui com um sujeito baixinho, encostei no cara e perguntei:Você é o Cabrinha? Resposta: ele mesmo... Desses aí estão vivo e morando aqui: ZéArlindo, Chiquito e Cabrinha. Sérvulo mora em São Luis, Chico Catita em Teresina.


Ufa! Valeu, Zan!!!


Quando eu quis dizer sobre "pouco futebol", naturalmente que me referi aos boleiros da atualidade; também por culpa da falta de interesse do empresariado que desconfia da capacidade de quem administra isso que também não é minha posição dentro dessa, literalmente, área.
Fotos: MuseudoPaulo&Bitorocara+

domingo, 11 de outubro de 2009

Informe Publicitário

(Clique na foto para ampliar)

E não esqueçam da minha Calói! Os Blogs e Sites sobrevivem, também, de receitas vindas de publicidades como esta da rival da Harley Davidson: nossa motoneta Conca.

Foto: MuseudoPaulo&Bitorocara+

Notre - Dame

Zan, o que restou mesmo daquela igrejinha do Rosário, além do prédio 60% reconstruído? Quando criança eu sempre via que aquilo lá não se parecia em nada com aquelas igrejinhas de Ouro Preto (ô coitada!) densamente ornamentadas com estátuas barrocas, castiçais, bonita mesa de altar, um coro à altura dos cânticos, enfim... Era de um vazio franciscano, de arrepiar. Difícil entrar gente lá; saia muito era morcego ao cair da tarde. Nos festejos, o pároco de plantão dava uma caiada na parte externa do templo com apenas uma lata de querosene "jacaré", com água e cal pra igreja inteira e “tamo” conversado. Ele tava certo: o pessoal só ia pra namorar, comer alguma coisinha pouca que alguém se atrevia levar pra vender no caderno (brincadeira) e, no mais, era a constatação do desprezo da enteada pobre pela madrasta rica que morava tão suntuosamente perto. Sempre tive curiosidade por igrejas antigas na expectativa de charfurdar algum porão; encontrar catacumbas, portas secretas e rangentas que dessem saídas em algum jardim abandonado há séculos, depois do rio Surubim, no local onde foi encontrado o santinho Antônio; escadarias que levassem à torre sinária abandonada, onde o Quasímodo fazia morada. Tudo fantasia incentivada pelo Cine Nazareth. Ainda bem que eu desisti quando, de cara, não vi o órgão trazido da Europa - no mesmo galeão do sino - pelo porto fluvial de Estanhado, há léguas de distância do imenso e vazio quadrilátero que era a praça da igrejinha do Rosário.

O Índio e o Xerife

PAU DE ÍNDIO!


Os mais novos: não se assustem! Era assim mesmo que chamávamos o delicioso chocolate com fatias de algum saboroso pudim feitos por mãos de pessoas carinhosas, na medida e no ponto certo. O “pau de índio” era a iguaria “oficial” de toda primeira comunhão, hoje rebatizada, se não me engano, de primeira eucaristia. Dá no mesmo. Aí pintaram no pedaço, a educação do sem-limite; da excessiva tolerância (ta na moda), e, pra acabar de infernizar a cabeça da catequista – ainda existe? - e dos pais presentes, a mega-gigante da informática criou um veículo de comunicação com o bonito nome de “site de relacionamento”. O que seria uma ferramenta da melhor qualidade para aproximar e apaziguar relações entre pessoas, caprichou mais da conta até na libido de crianças que ainda nem estão prontas para a primeira comu... desculpe... Eucaristia! As coisas mudam muito rápidas e temos que nos adaptar. Ser mais do que “tolerantes”.

No que pese meu nome, nunca fiz primeira "comunhão" mas, comunguei de um pedaço de pudim da "Eucaristia" da minha irmã, Rosângela. Não me lembro do "pau de índio"... Dizem que era mais forte do que o "Toddy" que meu pai "Zédideus" comprava pra ver se eu ganhava algum prêmio escondido no meio do pó. Ganhei uma estrela de "xerife Toddy". Ver se pode...!

(Clic na foto para ampliar)

Foto: Museudo Paulo&Bitorocara+

sábado, 10 de outubro de 2009

No foco da Roleyflex...

Comentário da Marta, melhor jogadora de futebol feminino do mundo:
- "O time era bonito. Mas, este nome...!
(Clique na foto para ampliar)

Casamento da minha tia, Socorro Passos, a eterna enfermeira da maternidade, e o maridão... depois me lembro. Os padrinhos, casal Francisco Aureliano e "Didita"; um rostinho lindo e tímido atrás; o legendário Antônio Músico, que pelo visto ainda enxergava e, principalmente, escutava tudo a léguas de distância.

Quem se habilita a fazer as escalações destes esquadrões do Túnel do Tempo Futebol Clube?

Né brinquedo não! Este agachado é o famos Deca, um dos melhores craques, goleadores e malabarista do futebol piauiense de todos os tempos - Robinho tá dizendo que neste tempo até o pai dele ainda era criança. E, finalmente, de pé, vestindo a camisa do time do Grêmio Recreativo do seu Joaquim Araújo, e, exibindo orgulhosamente uma cueca samba canção, modelito xadrez, o garoto Besé, um dos filhos do Prof. Raimundinho Andrade.

Fotos: Museu do Paulo&Bitorocara+

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Festeiros e Idealistas

Em pé, da esquerda pra direita: uma desconhecida, Carlinhos Lustosa; uma das gêmeas irmãs do Zeca Baú, Edna Cardoso, Gorete Barros, Etevaldo "Sapato", "Pedim Graxa" e um desconhecido. Agachados: Meire Chaves na ponta direita, (?), Zé do boné, Nonato Tiákining Lustosa (Revsom) e Maria da Cruz.

Moça não identificada, Carlinhos Lustosa, Etevaldo "Sapato", Ângela Corinto Brasil e Meire Chaves.

Zeferino Alves Zan em foto gentilmente cedida pelo Horácio, amigo do ex-jornalista, bancário e também componente do "aparelho" comunista que funcionava na Rua Hadock Lobo, em São Paulo, no início dos anos 70. Nesta foto do grupo, o destaque no Zan quando da despedida na deportação para Cuba em troca do Cônsul de Serra Leoa, próspero país africano, sequestrado por eles. Anos depois, o companheiro Zeferino, codinome, Zan, voltou para Campo Maior e também para um período de reflexão sobre a luta armada, coisa que ele descartou da sua batalha por um ideal... Quem olha pra este esquálido tipo, não acredita (Bitorocara+).

Por partes, amigos, a foto do esquálido ex-guerrilheiro foi feita depois de sair duma tuberculose quase gripe que contrai em São Paulo no distante inverno ano de 1973, por isso a esqualidez. Em 1974, quando voltei da aventura paulistana engordei 10 quilos em um ano, acho, e tenho esse "corpão" de hoje. A primeira foto é de uma turma de 3o ano. do 2o. grau do Colégio Estadual, onde dei umas aulas substituindo o professor Maurício numa eventualidade. Na foto estão pessoas as quais me liguei desde então, como a Maria da Cruz, a primeira a direita, e a Gorete Barros, entre o Sapato e o Pedim Graxa, além da Meire Chaves. Na outra foto tem a Meire Chaves de novo, Ângela Brasil, irmã do Zé Omar, Nonatim das Revistas e o rapaz da Moraes Souza, meu amigo e irmão do meu grande amigo Marreca, Carlinhos Lustosa.
A Maria da Cruz e Gorete Barros são irmãs do Lucas Vieira Barros, o homem da Sismologia da Unb. A primeira mora em Brasília, é casada e tem uma filha. Gorete, a última vez que estive com ela em Brasília, me disse que morava em Brasília e Goiania, onde tem uma filha que estuda Odontologia na federal de lá e estava solteira. Essas irmãs do Lucas me dizem que por terem me conhecido naquela época mudou a vida delas. Se isso é elogio ou não, elas é que sabem.
A foto do qual Netto destacou minha apavorante esqualidez está no meu blog com todos os outros que estavam lá em São Paulo numa manhã cinza de agosto de 1973, se não me engano. É só ir lá e descer a barra de rolagem da página (ZAN).

Posteridade

Na foto estão Juarez Napoleão, Erivan Napoleão, Edmar Napoleão, Josias Bona - fã número 1 - com o fera BARTÔ GALENO. Ao lado direito do Bartô (olha a intimidade!!!) não estou reconhecendo a companhia na foto.

Este retrato está com a cara da inevitável despedida ocasionada pela debandada, depois do término do "científico"? Não sei.

As fotos foram cedidas gentilmente pelo amigo Erivan que também identifica o "time":

"Nesta 2ª foto, que por sinal é uma raridade, estão, em pé: Dicinho Paz, Deusdete (filho do Ten. Sebastião) e Erivan Napoleão. Agachados: Gerardo Paz, José Ataíde e Walclides Oliveira. Abraços a todos os BOTOROCARIANOS. Acho que este nome deve "pegar" para nós usuários deste Blog memorável de nosso amigo e conterrâneo Netto".

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